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Categoria: Pacientes (Página 1 de 2)

Porque precisamos ir ao psicologo?

Saiba quais são os nove motivos que faz a pessoa procurar um psicólogo

O ritmo de vida, as escolhas pessoais e profissionais, as situações mais variadas da vida, as dependências e compulsões dos mais variados tipos, as perdas, enfim, todos nós já vivemos ou temos alguém que passou por alguma dessas situações. Essas e outras possibilidades, muito mais do que popularmente se diz que “psicólogo é coisa pra doido”, justificam a busca por psicoterapia.

Foto ilustrativa: Wesley Almeida / cancaonova.com

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, a busca por psicólogos e o processo de terapia não tem, necessariamente, ligação direta com a “loucura” propriamente dita. Ainda há um imenso preconceito na sociedade àqueles que buscam esse caminho. Além das situações apresentadas, passar pelo processo de autoconhecimento é um caminho que pode ser realizado através da psicoterapia.

Assim como buscamos um médico quando nosso corpo está fragilizado, também se faz importante a busca por ajuda quando notamos que nosso psiquismo está passando por “dores” e dificuldades.

Essas dores emocionais podem estar refletidas numa série de situações que vivenciamos: a autocrítica excessiva, o excesso de pensamentos negativos, o perfeccionismo, o ciúme, a necessidade de controle, a procrastinação (ou seja, a dificuldade em fazer algo agora e aquele comportamento de deixar para depois), os vícios de diversas naturezas ou atitudes que trazem prejuízo tanto para a pessoa quanto para os relacionamentos nos quais ela está envolvida.

Saiba quais são os motivos que podem levar a pessoa à psicoterapia

1. tristeza persistente que tira a vontade de fazer coisas que usualmente fazemos;

2. diagnósticos psiquiátricos com uso de medicação, pois estudos revelam que os melhores resultados envolvem medicação e psicoterapia;

3. luto patológico, ou seja, a persistência das emoções da perda de alguém continuam a existir, mesmo depois de muito tempo;

4. dificuldade em sentir prazer nas coisas que faz diariamente, mesmo quando se fala em lazer;

5. isolamento social excessivo;

6. sente grande irritação que se manifesta em agressividade física e verbal, com certo descontrole;

7. possui pensamentos repetitivos e de conteúdo negativo ou persecutório;

8. precisa de álcool ou drogas para conseguir passar pelos dias, sentindo falta quando não faz uso constante;

9. sua própria percepção de que algo não vai bem consigo, alguma questão emocional (mesmo que desconhecida) o aflige.

Podemos ter, ao pensarmos na terapia como uma alternativa, alguns questionamentos: “Quem procurar? É rápido ou demorado? Como vou falar da minha vida para um ‘estranho’? Como será?” Como é um tratamento, não acontecerá em uma ou duas sessões, e a duração dependerá de cada caso. Os motivos apresentados, são apenas alguns que ilustram as possibilidades de busca de psicoterapia.

Um bom critério para a busca ou não por terapia

A intensidade da vivência das situações pode ser um bom indicativo para saber se precisamos ou não ir a um terapeuta. Duas pessoas podem passar pela mesma situação, mas não necessariamente ter a mesma resistência ou tolerância a viver esse fato, sendo já um bom critério para a busca ou não por terapia. E mais ainda: aquilo que é um sintoma emocional, se repetido e constante, pode dar a crescer um sintoma físico, que muitas vezes, só será compreendido no processo psicoterapêutico.

A terapia funciona bem quando há um bom vínculo entre psicólogo e paciente/cliente, ou seja, quando há uma fluidez nas informações, quando o cliente se sente confortável para expressar suas ideias, pode encontrar um espaço para elaborar seus pensamentos e reposicionar-se frente às suas dificuldades.

É muito válido pensarmos que os sofrimentos humanos se expressam de diferentes formas e com diferentes reações. Com isso, cada um de nós passa por eles também sua forma particular. Portanto, as frases que dizem: “Psicólogo é bobeira, você não precisa disso”, ou coisas do tipo servem até mesmo para desencorajar, mas não são motivos efetivos para que você não busque ajuda. Não tenha vergonha de buscar ajuda para você, podendo então, superar suas dificuldades e ganhar em qualidade de vida.

Fonte: https://formacao.cancaonova.com/atualidade/comportamento/por-que-procurar-um-psicologo/

Psicologo infantil quando procurar

Hoje em dia está na moda dizer que a criança é hiperativa ou tem déficit de atenção. É preciso muito cuidado antes de rotular as crianças! Acredito que qualquer diagnóstico precoce poderá impactar diretamente na formação da personalidade delas.

Conversando com uma amiga que tem um filho lindo, fofo, e super educado, ela me disse que estava pensando em procurar um psicólogo para ele, por causa de alguns problemas específicos. Sinceramente, achei um exagero e disse que ela deveria esperar mais um pouco, pois aos meus olhos ele definitivamente não precisava de nenhuma ajuda profissional.

Fiquei, então, pensando em quando uma mãe deve saber que chegou a hora de procurar um psicólogo para o filho. Não é uma decisão fácil! Procurei alguns artigos sobre o assunto e fiz um resumo para deixá-los mais simples e didáticos.

Vejam que interessante!

 

Captura de Tela 2015-01-26 às 00.48.43

 


 

Diferentemente de um adulto, que é capaz de expressar frustrações, medo, insegurança e tristeza verbalmente, a criança pode demonstrar que precisa de ajuda apresentando alterações em seu comportamento e até sintomas físicos.

Se você está na dúvida sobre se deve levar ou não seu filho a um psicólogo infantil, confira alguns indícios de que a criança precisa de ajuda profissional:

1) Tristeza ,muito choro ou mudança de comportamento

Crianças, geralmente, são cheias de vivacidade. Quando elas passam a chorar muito, a ficar quietas, a parecer meio tristes, é preciso conversar para saber o que não vai bem.

 

2)  Distúrbios físicos

Problemas na alimentação, no controle intestinal e no sono são comuns em crianças pequenas, de até cinco ou seis anos, que estão passando por problemas. Voltar a fazer xixi na cama todo dia, depois de ter aprendido a controlar há um bom tempo, também é um sinal. Em crianças mais velhas, esses distúrbios podem ocorrer e serem acompanhados de irritabilidade, agitação, ansiedade.

 

3) Ficar doente com muita frequência

Ficar doente frequentemente também é um sintoma corporal que precisa ser avaliado com mais cuidado pelos pais.

 

4) Compulsão na comida

Passar a comer compulsivamente é outro indício de que a criança pode dar de que algo não vai bem emocionalmente.

 

5) Dificuldade de interagir socialmente

Uma das causas mais comuns que levam os pais a recorrer a um psicólogo infantil é a falta de interação social que a criança pode apresentar. Ainda que muitas vezes em forma de timidez, o agravamento do quadro – em forma de problemas de comunicação verbal, interação social e criatividade – deve ser analisado. Além disso, outras características, como, por exemplo, a preferência por comidas pastosas e problemas com a textura e o cheiro dos alimentos, também devem ser levados em consideração e relatados ao médico.

 

6) Intolerância e agressividade

Crianças que tendem a fazer birra por tudo o que querem e que não lidam bem com o não, não necessariamente possuem algum distúrbio psicológico. No entanto, o psicólogo infantil pode auxiliar a detectar onde está o erro. Mas é bom se preparar: muitas vezes, a conclusão profissional é de que a falha está nos pais e na cultura de compensação. Os filhos tendem a ser reflexo de sua criação. Por isso, esteja preparado para receber orientações relacionadas ao seu comportamento que irão mudar o comportamento da criança.

 

7) Agitação e falta de concentração

A agitação frequente da criança deve ser investigada por um psicólogo infantil. Isso porque é frequente que muitos educadores apontem imediatamente para TDAH, sugerindo interferência medicamentosa nem sempre necessária.

 

8)  Dificuldade de aprendizagem 

É normal que nem todas as crianças aprendam na mesma velocidade e da mesma forma. Algumas aprendem a ler na escola, enquanto outras desenvolvem esta capacidade desde muito pequenas. Mas isto não significa que você não deva ficar atenta à aprendizagem de seu filho. Se ele tem muita dificuldade para desenvolver alguma atividade lógica ou demora muito para assimilar algum conteúdo, pode ser hora de procurar ajuda.

 

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Como lidar

Antes de sair correndo com a criança para uma consulta de urgência com o psicólogo mais próximo, a primeira coisa a ser feita é observar a vida em família e conversar com o filho.

“A saúde mental da criança depende muito do que ocorre no âmbito familiar. Se o núcleo familiar não está cumprindo seu papel de educar a criança, de prestar atenção às suas necessidades, ela vai mudar de comportamento, o que é um indício de que não aguenta mais aquela situação”, declara Roberto Teixeira Mendes, professor do Departamento de Pediatria da Unicamp – Universidade Estadual de Campinas.

Para Heloísa, da PUC de Minas, novas situações podem desencadear uma mudança brusca no comportamento infantil. Separação dos pais, morte de algum familiar ou o nascimento de um irmão são exemplos clássicos que podem gerar dúvidas, insegurança e tristeza em uma criança.

“Muita gente acha que as crianças são pequenas demais para entenderem determinados assuntos, mas elas entendem tudo. É preciso abrir o jogo com elas. A infância é o momento em que a pessoa está construindo um sentido para o mundo. E nada vai fazer sentido enquanto alguém não conversar com ela sobre os problemas familiares. Não dá para esconder, pensando que assim está se protegendo o filho”, afirma a psicóloga.

Ajuda do pediatra

Segundo Mendes, da Unicamp, o pediatra que acompanha a criança pode ajudar os pais a analisarem a situação do filho com maior clareza.

“O profissional da pediatria sabe que o problema não é só com a criança. Ele também pode conversar com a família para tentar esclarecer problemas que estão claramente visíveis, mas que ninguém percebeu ainda. Em último caso, ele poderá indicar um psicólogo.”

O trabalho da Psicologia Infantil é baseado em atividades lúdicas, que servem para expressar as angústias, as fantasias e os sentimentos da criança. Quando procurar um psicólogo para seu filho, faça uma pesquisa com indicações e especializações do profissional com fontes que sejam de sua confiança. E observe as atitudes da criança, afinal, será você quem vai apresentar o seu filho ao psicólogo.

Fonte: http://www.justrealmoms.com.br/como-identificar-que-seu-filho-precisa-de-um-psicologo1/

Quando devo procurar um psicólogo?

Será que eu devo procurar um Psicólogo?

Quando algumas coisas parecem não se “encaixarem” muito bem em sua vida, pode ser o caso de você considerar a ajuda de um profissional. O fato é que hoje o tabu de se procurar um especialista em saúde mental somente quando se acredita ter algum transtorno grave foi quebrado. Sendo assim, buscar manter o equilíbrio entre saúde física e mental/emocional, tem sido cada vez mais comum.

E como saber se é hora de procurar um Psicólogo? Talvez estas 7 dicas possam te ajudar:

1 – NINGUÉM ME ENTENDE

Às vezes nem mesmo seus amigos mais próximos te entendem. Parece que nenhuma conversa te mostra o caminho que você realmente poderia seguir, parece que, por mais que você explique, ninguém pode te compreender como você gostaria, sem julgamentos. Se não vê mais opção, tome coragem e procure a ajuda de um profissional.

2 – NADA PARECE “ANDAR”

Você sente que já fez de tudo, já tentou de tudo, mas nada dá certo, as coisas não vão para frente. Quando acreditar que já utilizou todos os artifícios, calma! Ainda faltam muitos!  Um profissional preparado como o psicólogo irá lhe auxiliar muito.

3 – ESTOU À “FLOR DA PELE”

Sente-se como uma bomba-relógio prestes a explodir a qualquer momento? Sente uma dor no peito e se altera por nada? Quando percebe, já “chutou o balde” por motivos que podem parecer mínimos? Pensar que não tem solução é normal, converse com alguém preparado.

4 – CADA DIA UMA DOR DIFERENTE

Definitivamente o corpo fala! A ansiedade e outras perturbações emocionais podem gerar distúrbios físicos. Você percebe que a cada dia surge uma nova dor, um novo desconforto? O equilíbrio exige mente e corpo sãos. Pode estar na hora de buscar a ajuda de um Médico ou Psicólogo, ou quem sabe, dos dois.

5 – NÃO TENHO VONTADE DE FAZER NADA

Ter esta sensação é normal, somos seres humanos. O que não é normal é ceder a ela. Somos seres para ficar de pé, em movimento! Deitar o dia inteiro não é produtivo. Procure ajuda, levante-se! O primeiro passo precisa ser dado.

6 – EU NÃO PRECISO DE PSICÓLOGOS

Você está certíssimo! Se está com a sua vida sob controle, consegue lidar perfeitamente com suas emoções, seus conflitos internos e externos é porque alcançou excelência, é estável. Mas se algo não estiver bem, sente que tem dificuldades com determinados relacionamentos ou situações, que algumas emoções parecem te dominar e fazer com que as coisas que fogem de seu controle lhe causem sofrimento, um profissional pode sim ajudar.

7 – NÃO TENHO TEMPO PARA ESSAS COISAS

Todos temos 24 horas por dia. Por que o dia de algumas pessoas parece render mais que o de outras? O que ocorre com o seu tempo, que nem tempo tem? Tem tempo para si mesmo? Se você mesmo não faz parte do seu planejamento, algo pode estar desalinhado, cuide-se!

Por: Renato Rosa e Simone Nascimento
Fundadadores da Congressos Online Digital

Adaptado por Ane Caroline G. Janiro via Psicologia Acessível

OBS.: Todo o conteúdo desta e de outras publicações deste site tem função informativa e não terapêutica.

Fonte: https://psicologiaacessivel.net/2014/12/15/7-dicas-para-saber-quando-ir-ao-psicologo/

 

2020

Porque procurar um psicologo?

Se perguntarmos a dez pessoas qual o cenceito de Psicologia, provavelmente colheremos dez respostas diferentes e essas respostas podem variar significativamente. E se, a essas mesmas pessoas, perguntarmos porque alguém procuraria os serviços de um psicólogo, é possível que tenhamos também grandes diferenças entre cada uma dessas respostas.

Ainda há quem pense que alguém procura um psicólogo porque está “louco”, porque é “desajustado” ou porque tem algum problema mental. A chance de que um psicólogo atenda uma pessoa “louca” em consultório é bem pequena, até porque aqueles que cindem com a realidade, surtam (no sentido técnico) ou passam a desenvolver algum quadro psicológico que seja considerado loucura geralmente não está em condição de procurar um psicólogo em consultório. Geralmente, essas pessoas buscam a intervenção medicamentosa consultando um psiquiatra em ambulatório ou, em casos mais graves, procuram esse especialista nalguma instituição.

O psicólogo geralmente é procurado por alguém que tem a necessidade de recuperar o autocontrole, como nos casos de alguém que esteja acima do peso e necessite resgatar o controle do comportamento alimentar; ou como no caso de alguém que seja muito ansioso e precise aprender  formas de controlar a ansiedade. Há quem tenha um medo exacerbado de falar em público ou uma esquiva recorrente de dirigir e queira ou precise mudar essa situação. Em alguns casos, há quem esteja deprimido, sem esperanças e precise precise efecientemente mudar o cenário à sua volta e passar a enxergar a vida de outra forma. Nessas e em tantas outras situações, o psicólogo é o profissional dotado de conhecimento teórico filosófico e técnico para ajudar. Ele não é necessariamente alguém para quem se desabafe; por meio de técnicas e de uma análise profissional do problema apresentado, o psicólogo ajuda o cliente a enxergar novas formas de agir na vida e auxilia na mudança de atitudes de forma sistemática e orientada.

Fonte: http://www.inpaonline.com.br/servicos/por-que-procurar-um-psicologo/

Diferença entre psicologo e terapeuta

QUEM FAZ TERAPIA É LOUCO?

Não gosto muito do uso desta palavra. “Louco” é uma palavra usada pelo publico em geral e normalmente significa um quadro psicótico onde talvez haja possibilidade de elaboração suficiente para acompanhar uma terapia.

Para quem chega na terapia e me pergunta “Estou ficando louco?” Eu respondo: provavelmente não, se voce fosse louco nem estaria me fazendo essa pergunta, pois se voce tem senso crítico para perguntar isso é sinal que está conseguindo fazer um minimo de autoavalição pelo menos.

É VERDADE QUE TERAPIA TEM QUE SER FEITA A VIDA TODA, NÃO TERMINA NUNCA?

Não necessariamente. Talvez algumas pessoas ou alguns casos se façam necessários maior tempo de acompanhamento, mas o profissional orientará a cada um sobre sua necessidade.

Psicologo para responder perguntas

PORQUE PROCURAR UM PSICÓLOGO?

De pronto eu lhe respondo, e por que não? Você aprendeu a procurar um oftalmologista quando percebe que sua visão está falhando; faz exames periódicos no ginecologista; entende que deve ir ao dentista para uma revisão, pelo menos uma vez por ano; leva seu filho ao pediatra de forma sistemática e tenho certeza, sabe a quem procurar se tiver um problema gástrico. Na verdade são hábitos aprendidos e por isso hoje entendemos que é saudável agir assim. E por que não procura um psicólogo? Se alguém sofre, por exemplo, de insônia ou sente-se desmotivado para acordar; pode estar vivendo uma angústia cuja causa não consegue definir, está carregando um trauma antigo que interfere muito nas suas atitudes de hoje; sofre de ansiedade paralisante; perdeu o apetite para conviver com pessoas; está com dificuldades de memória e concentração; esconde conflitos que não quer dividir com qualquer um; está vivendo um casamento problemático; não está conseguindo conter o uso de drogas ou é usuário abusivo de álcool. Você , como muita gente, pode ter uma série de questões que poderia tratar com um psicólogo. Será que ainda estamos aprendendo a considerar o psicólogo no rol de nossas necessidades de saúde?

PARA QUE SERVE TERAPIA?

A terapia pode te ajudar em casos de distúrbios psicológicos como por exemplo:depressão, síndrome do pânico, TOC, medos, etc. Mas também pode ser um apoio em situações muito difíceis da sua vida onde a pessoa não consegua levar sozinho, como uma separação, a morte de um ente querido, o stress de se submeter a exames, etc. Ou em casos onde é preciso tomar uma decisão importante e não está sendo possível identificar o que é prioritário no momento como por exemplo sair de um emprego, iniciar uma nova família, etc.

A PESSOA QUE FAZ TERAPIA FICA MAIS “CHATA” E ARROGANTE?

Depende de quem está avaliando essa “chatice”, pois muitas vezes o ganho da terapia pode ser justamente o aprendizado de não mais se deixar dominar, ou ser dependente de pessoas que não lhe proporcionavam crescimento algum. E sendo assim, é possível que estes ex-dominadores fiquem chateados com a perda de sua vítima.

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SE UM CASAMENTO NÃO ESTÁ INDO BEM, A TERAPEUTA ACONSELHARÁ PARA TERMINAR ESTE CASAMENTO?

A terapia não induz a nenhuma atitude em especial, o terapeuta pode ajudar o paciente a pensar no que seria o melhor para o relacionamento e para cada uma das pessoas envolvidas neste relacionamento.

COMO UM TERAPEUTA PODE AJUDAR ALGUÉM SE ELE TAMBÉM É UM SER HUMANO QUE TEM SEUS PRÓPRIOS PROBLEMAS?

É fato, o terapeuta é um ser humano, mas esta é uma condição que o ajuda a ter empatia por outros seres humanos. De toda forma os psicólogos também são pacientes de seus terapeutas, e quando estão em seus consultórios eles são treinados a terem um olhar objetivo e profissional, e trabalham para que suas próprias dificuldades interfiram.

O PSICÓLOGO TRABALHA DANDO “CONSELHOS”?

Os serviços de aconselhamento psicológico normalmente são realizados em caráter emergencial e servem para orientar e auxiliar na resolução de dificuldades, como por exemplo nos serviços de atendimento a mulheres que sofreram abusos. Mas no processo tradicional de terapia não existe a prática de “dizer ao paciente o que ele deve fazer”.

FAZER TERAPIA É TER ALGUÉM PARA DESABAFAR?

Não só isso, muitas vezes o desabafo propicia um certo alivio, mas não ficamos apenas este alivio, a proposta da terapia engloba vários caminhos como por exemplo reestruturar os pensamentos disfuncionais e ajudar na solução de problemas.

QUEM TEM AMIGOS NÃO PRECISA DE PSICÓLOGO PORQUE JÁ TEM ALGUÉM PARA OUVI-LO?

Creio que um amigo normalmente não tem as técnicas que um profissional da área de saúde mental, como o psicólogo, tem. Ter amigos é muito bom, mas a ajuda do amigo pode se limitar a tentar te “colocar para cima” dando conselhos, dizendo que o problema não é tão ruim, que voce tem condições de superar.

COMO UMA PESSOA PODE MUDAR SE ELA É “ASSIM MESMO”?

Quando dizemos que alguém é “assim mesmo” estamos nos referindo as características de personalidade. Muito do que somos foi aprendido, muito foi adquirido geneticamente, mas uma boa parte é nossa mesmo, ou seja depende muito de voce ser como voce é. E isto é uma boa noticia, porque tem muita coisa que pode se feita para que voce funcione melhor. Somos “donos” de nossa própria mente, e sendo assim há muito que se trabalhar e melhorar em todas as pessoas.

QUAL A DIFERENÇA ENTRE: PSICÓLOGO; TERAPEUTA; PSICOTERAPEUTA; ANALISTA; PSICANALISTA E PSIQUIATRA; TERAPEUTA HOLÍSTICO?

Psicólogo: Fez faculdade de psicologia, pode atuar em escolas, empresas e instituições em geral.Terapeuta: Todo profissional de saúde que aplica alguma forma de terapia. É uma forma abreviada de se referir ao psicoterapeuta. Terapeuta holístico: Não tem, necessariamente, formação em curso superior . Psicoterapeuta: É o psicólogo que se especializou na área clinica. Pode atuar em clinicas, consultórios, hospitais ou instituições de saúde.Psicanalista: É o terapeuta que utiliza as técnicas da psicanálise. Analista: É a forma abreviada de se referir ao psicanalista. Psiquiatra: Formado em medicina e especialista em saúde mental.

O PSICÓLOGO RECEITA REMÉDIOS?

Não. O profissional de saúde que está habilitado para receitar medicação é o médico.

Fonte: http://www.marisapsicologa.com.br/terapeutas-respondem.html

O atendimento psicológico ao idoso: benefícios e resultados

É vísivel na clínica psicológica o aumento no número de idosos que vem procurando processos psicoterápicos como forma de ajuda na superação de problemas. Tal fato, por si só já reflete uma mudança na forma como a velhice vem sendo percebida e das possibilidades vivenciais dessa fase.

Na minha experiência no atendimento aos idosos, os motivos que trazem o idoso para o consultório são os mais variados: problemas de relacionamento, episódios depressivos, ansiedade, processos de luto, relacionamento familiar, necessidade  de adaptação ou reabilitação diante de uma doença ou condição de dependência, anorexia, dificuldade para perder peso, sexualidade, perdas cognitivas, alcoolismo, aposentadoria, entre muitas outras.

Como qualquer outra fase do desenvolvimento humano, a velhice é um momento que exige mudanças e adaptações, nas quais estão presentes ganhos, perdas, potencialidades e limitações.

Fase que produz no imaginário humano uma série de concepções, fantasias, crenças, imagens, idéias, sentimentos, etc.

De acordo com nosso contexto sócio-histórico, nossas experiências e histórias de vida e das informações que recebemos das mais diversas mídias, vamos construindo nosso imaginário, lidando com o envelhecimento e com a velhice, seja a nossa ou a do outro.

Mas, afinal, como percebemos a velhice e o processo de envelhecimento?

Será que podemos caracterizar essa população de uma maneira única e geral? Ou temos que pensar numa multiplicidade de condições em que os idosos possam estar vivenciando e que ajudam a definir características mais específicas?

Penso que a segunda possibilidade seja mais tangível que a primeira. Isso porque, dependendo das condições biopsicossociais de um idoso, de sua história de vida, etc, muita coisa pode mudar em relação a forma como ele vive, como é visto em nossa sociedade e quais suas necessidades de ajuda e suporte.

Nesse sentido, a ciência destaca duas condições essenciais: a senescência e a senilidade.

A primeira, caracteriza-se pelo curso natural do envelhecimento, sem a presença de condições patológicas que possam interferir significativamente na qualidade de vida do idoso.

Já a senilidade, manifesta-se pela presença de patologias que alteram o curso normal do processo de envelhecimento, como é o caso das doenças crônico-degenerativas e das demências, por exemplo.

Mas como é feita essa distinção em nossa sociedade?

Para além das definições presentes na área da saúde, essa divisão também é realizada pelo imaginário social, por meio das crenças e concepções acerca da velhice.

Acredito que hoje temos algumas visões bastante opostas. Por um lado há os que veem a velhice como a “melhor idade”, construindo uma imagem positiva, na qual o idoso, afinal, pode desfrutar da vida e do tempo, com saúde e vitalidade. Por outro, existem os que veem essa fase como uma fase de decrepitude, marcada pela solidão, pelas limitações e pela dependência.

Qualquer visão unilateralizada tem seus perigos, uma vez que não permite que também vejamos o outro lado da moeda!

Uma visão estereotipada e negativa em relação ao próprio envelhecimento pode afetar negativamente o autoconceito e a autoestima do idoso, influenciando a forma como lida com situações da vida, suas perspectivas futuras, seu envolvimento social, em atividades prazerosas e seus relacionamentos interpessoais.

Além disso, pode aumentar a probabilidade de conformidade com condições precárias de saúde, diminuindo adesão a tratamentos.

Pode fazer com que o idoso e suas necessidades sejam negligenciadas ou então supervalorizadas e superprotegidas, seja pela família, pelos profissionais da saúde ou pela própria sociedade.

Ao mesmo tempo, uma visão idealizada e extremamente positiva, pode dificultar a elaboração de momentos de dificuldades e perdas, tanto por parte dos próprios idosos, mas também dos que com eles convivem.

Por isso, “envelhecer bem” depende de um delicado equilíbrio entre as perdas e os ganhos vindo com o envelhecimento. É preciso compreender que cada fase da vida tem seus desafios e objetivos a serem cumpridos e isso não é diferente na velhice.

O problema é quando queremos negar essa fase e ficamos apegados a uma imagem de juventude que o próprio corpo físico não suporta mais e então sofremos por não querer seguir adiante. Ou então acreditamos que não existe qualquer desafio e realização pessoal nesta fase e nos entregamos ao tempo e à espera da finitude, sem planos e metas para o futuro.

No atendimento aos idosos no consultório, percebo que nesta fase as pessoas são capazes de fazer um reexame da própria vida; com reorganização e reorientação da personalidade, agora de uma maneira mais realista que em outras fases da vida. Conseguem deixar pra trás as bagagens extras e sem importância e podem recuperar tesouros que foram deixados para trás.

Assim, quando passam a viver de forma mais verdadeira e vinculadas com quem realmente são, assumem maior responsabilidade pelo seu bem estar pessoal, vivendo com mais qualidade.

Quando as perdas são inevitáveis, o atendimento psicológico, seja no consultório, no hospital, na própria casa do paciente (home care) ou até mesmo online, que é o nosso caso, torna-se um espaço valioso para que possam resgatar os recursos necessários para enfrentar a situação. Além de todo o acolhimento, escuta e cuidado que podem receber nestes momentos tão delicados, imprescindíveis para uma boa recuperação.

Assim, a psicoterapia voltada para a terceira idade se transforma em uma ferramenta preciosa para que os idosos possam enfrentar satisfatoriamente os desafios trazidos por essa nova fase da vida.

Cada passo é uma conquista e acrescentar “vida aos anos” traz maior significado para os anos de vida!

Via: http://www.psicologiasdobrasil.com.br/o-atendimento-psicologico-ao-idoso-beneficios-e-resultados/

8 formas de identificar que seu filho precisa de um psicólogo

Oi, moms!

Tudo bem?

Hoje em dia está na moda dizer que a criança é hiperativa ou tem déficit de atenção. É preciso muito cuidado antes de rotular as crianças! Acredito que qualquer diagnóstico precoce poderá impactar diretamente na formação da personalidade delas.

Conversando com uma amiga que tem um filho lindo, fofo, e super educado, ela me disse que estava pensando em procurar um psicólogo para ele, por causa de alguns problemas específicos. Sinceramente, achei um exagero e disse que ela deveria esperar mais um pouco, pois aos meus olhos ele definitivamente não precisava de nenhuma ajuda profissional.

Fiquei, então, pensando em quando uma mãe deve saber que chegou a hora de procurar um psicólogo para o filho. Não é uma decisão fácil! Procurei alguns artigos sobre o assunto e fiz um resumo para deixá-los mais simples e didáticos.

Vejam que interessante!

 

Captura de Tela 2015-01-26 às 00.48.43

 


 

Diferentemente de um adulto, que é capaz de expressar frustrações, medo, insegurança e tristeza verbalmente, a criança pode demonstrar que precisa de ajuda apresentando alterações em seu comportamento e até sintomas físicos.

Se você está na dúvida sobre se deve levar ou não seu filho a um psicólogo infantil, confira alguns indícios de que a criança precisa de ajuda profissional:

1) Tristeza ,muito choro ou mudança de comportamento

Crianças, geralmente, são cheias de vivacidade. Quando elas passam a chorar muito, a ficar quietas, a parecer meio tristes, é preciso conversar para saber o que não vai bem.

 

2)  Distúrbios físicos

Problemas na alimentação, no controle intestinal e no sono são comuns em crianças pequenas, de até cinco ou seis anos, que estão passando por problemas. Voltar a fazer xixi na cama todo dia, depois de ter aprendido a controlar há um bom tempo, também é um sinal. Em crianças mais velhas, esses distúrbios podem ocorrer e serem acompanhados de irritabilidade, agitação, ansiedade.

 

3) Ficar doente com muita frequência

Ficar doente frequentemente também é um sintoma corporal que precisa ser avaliado com mais cuidado pelos pais.

 

4) Compulsão na comida

Passar a comer compulsivamente é outro indício de que a criança pode dar de que algo não vai bem emocionalmente.

 

5) Dificuldade de interagir socialmente

Uma das causas mais comuns que levam os pais a recorrer a um psicólogo infantil é a falta de interação social que a criança pode apresentar. Ainda que muitas vezes em forma de timidez, o agravamento do quadro – em forma de problemas de comunicação verbal, interação social e criatividade – deve ser analisado. Além disso, outras características, como, por exemplo, a preferência por comidas pastosas e problemas com a textura e o cheiro dos alimentos, também devem ser levados em consideração e relatados ao médico.

 

6) Intolerância e agressividade

Crianças que tendem a fazer birra por tudo o que querem e que não lidam bem com o não, não necessariamente possuem algum distúrbio psicológico. No entanto, o psicólogo infantil pode auxiliar a detectar onde está o erro. Mas é bom se preparar: muitas vezes, a conclusão profissional é de que a falha está nos pais e na cultura de compensação. Os filhos tendem a ser reflexo de sua criação. Por isso, esteja preparado para receber orientações relacionadas ao seu comportamento que irão mudar o comportamento da criança.

 

7) Agitação e falta de concentração

A agitação frequente da criança deve ser investigada por um psicólogo infantil. Isso porque é frequente que muitos educadores apontem imediatamente para TDAH, sugerindo interferência medicamentosa nem sempre necessária.

 

8)  Dificuldade de aprendizagem 

É normal que nem todas as crianças aprendam na mesma velocidade e da mesma forma. Algumas aprendem a ler na escola, enquanto outras desenvolvem esta capacidade desde muito pequenas. Mas isto não significa que você não deva ficar atenta à aprendizagem de seu filho. Se ele tem muita dificuldade para desenvolver alguma atividade lógica ou demora muito para assimilar algum conteúdo, pode ser hora de procurar ajuda.

 

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Como lidar

Antes de sair correndo com a criança para uma consulta de urgência com o psicólogo mais próximo, a primeira coisa a ser feita é observar a vida em família e conversar com o filho.

“A saúde mental da criança depende muito do que ocorre no âmbito familiar. Se o núcleo familiar não está cumprindo seu papel de educar a criança, de prestar atenção às suas necessidades, ela vai mudar de comportamento, o que é um indício de que não aguenta mais aquela situação”, declara Roberto Teixeira Mendes, professor do Departamento de Pediatria da Unicamp – Universidade Estadual de Campinas.

Para Heloísa, da PUC de Minas, novas situações podem desencadear uma mudança brusca no comportamento infantil. Separação dos pais, morte de algum familiar ou o nascimento de um irmão são exemplos clássicos que podem gerar dúvidas, insegurança e tristeza em uma criança.

“Muita gente acha que as crianças são pequenas demais para entenderem determinados assuntos, mas elas entendem tudo. É preciso abrir o jogo com elas. A infância é o momento em que a pessoa está construindo um sentido para o mundo. E nada vai fazer sentido enquanto alguém não conversar com ela sobre os problemas familiares. Não dá para esconder, pensando que assim está se protegendo o filho”, afirma a psicóloga.

Ajuda do pediatra

Segundo Mendes, da Unicamp, o pediatra que acompanha a criança pode ajudar os pais a analisarem a situação do filho com maior clareza.

“O profissional da pediatria sabe que o problema não é só com a criança. Ele também pode conversar com a família para tentar esclarecer problemas que estão claramente visíveis, mas que ninguém percebeu ainda. Em último caso, ele poderá indicar um psicólogo.”

O trabalho da Psicologia Infantil é baseado em atividades lúdicas, que servem para expressar as angústias, as fantasias e os sentimentos da criança. Quando procurar um psicólogo para seu filho, faça uma pesquisa com indicações e especializações do profissional com fontes que sejam de sua confiança. E observe as atitudes da criança, afinal, será você quem vai apresentar o seu filho ao psicólogo.

Visto em: http://www.justrealmoms.com.br/como-identificar-que-seu-filho-precisa-de-um-psicologo1/

26 hábitos de pessoas com depressão

Enquanto A depressão pode ser, de certa forma, a ausência de ação, ainda há pequenos hábitos, poucas rotinas, uma pessoa pode retomar quando eles voltarem a entrar em um episódio depressivo. Esses hábitos podem ser indicadores pequenos que você está começando a sentir-se deprimido novamente. Eles podem até ser coisas positivas – hábitos desenvolvidos para ajudá-lo a sobreviver. E porque a depressão afeta todos de forma diferente, esses pequenos hábitos são diferentes para todos, também.

Para descobrir quais hábitos as pessoas desenvolveram quando experimentaram depressão, pedimos a nossa comunidade de saúde mentalque compartilhe uma coisa que eles fazem quando estão deprimidos.

Aqui está o que eles nos disseram:

1. “Eu me transformo em um eremita. Eu só quero ficar na minha casa e não ir a lugar nenhum ou ver ninguém. É o meu abrigo seguro, e eu simplesmente não quero deixá-lo. “- Deanne R.

2. “Evite tudo. Ignoro o meu telefone, ignoro compromissos ou planos, não saia da minha casa, pare de pagar contas, tente evitar falar com alguém. Eu já ferrei minha vida desta forma – escolhei aulas na faculdade porque eu não podia sair do meu quarto. “- Sarah S.

3. “Eu finjo que estou cansado e dormindo ou dormindo para evitar pessoas, mas na verdade eu fico acordado a noite toda com os pensamentos na minha cabeça (ou se eu durmo, eu tenho pesadelos). Eu quase não comido, mas comido apenas calorias vazias e bebo muito mais. Eu tento distrair-me com merda vazia, como programas de TV, redes sociais ou jogos, apenas para evitar ter que pensar em algo real. “- Sarah S.

4. “Eu não diria que há hábitos envolvidos além de tentar obsessivamente descobrir por que estou com tanta agonia, quanto tempo vai durar e o que diabos eu vou fazer comigo mesmo para manter a mente no coração entretanto, sem energia. “- Jennifer S.

5. “Eu não só me isolar, mas eu deixo a voz na minha cabeça correr desenfreada que tenta me dizer que não sou amada, a vida não tem sentido e não há motivos para tentar. Eu duquei essa voz ‘The Glorp’ e tentei personificá-la. Eu digo para calar a boca de vez em quando. “- Sarah C.

6. “Eu simplesmente me sento em uma das extremidades do sofá e assisto TV.Salas favoritas ou séries ou coisas aleatórias. Eu nem consigo me preparar para comer, tomar banho ou ir dormir. Posso passar inúmeras horas naquele sofá, tentando desesperadamente obter algum tipo de força de histórias sobre a vida de outras pessoas, imaginárias ou não. “- Laura G.

7. “Eu durmo demais. E eu solto todos os hobbies que eu gosto. Eu vou para casa e deitei no sofá até que alguém me alimente. Então eu deito lá até que eu possa arrastar para a cama. “- Alexandra K.

8. “Eu escrevo poesia e pequenos livros de histórias para crianças … Basto as histórias dos tempos felizes, então a depressão não toma conta.” – Amanda T.

9. “É menos do que eu faço e mais do que não faço. Normalmente eu luto extremo insônia , trabalho, treino, toco com meus cachorros. Quando um grande episódio depressivo grave se apodera de mim, eu não posso fazer nenhuma dessas coisas. Eu não vou dormir para dormir o tempo todo. Eu duo talvez uma vez por semana. Evito meus amigos, familiares, cônjuge, trabalho e tudo o que requer mais esforço do que puxar o edredom de volta aos meus ombros. Quando estou acordada, estou no Facebook ou encarando a parede até eu estar dormindo de novo. Apenas estou comendo, mal falando com ninguém e cevada segurando. “- Melina A.

10. “Fico acordado a noite toda para assistir séries ou puxar o cabelo. eu tenho tricotilomania . Não consigo dormir até estar exausta. Eu como menos e me sinto cansado o dia todo, “esqueça” tomar banho, puxar mais cabelo. Se eu absolutamente tiver que sair eu escondo-me sob um boné e capuz. “- Elenor H.

11. “Na pior das hipóteses, vou sentar no banho por horas, entupido, no escuro, mesmo depois que a água ficou gelada. Quando eu finalmente consegui sair, é suado e está envolvido em um grande edredador, geralmente olhando para o espaço até eu chegar. Às vezes eu posso fazer isso várias vezes por dia / noite. “- Leslie G.

12. “A comida tem gosto de papelão. Eu começo a comer menos. Às vezes eu preferia deixar meu estômago grunhar por horas que levantar e fazer algo. Às vezes eu bebo muitos líquidos para evitar a fome porque não consigo me trazer para fazer algo. Às vezes eu uso o sono da mesma maneira. “- Christal S.

13. “Eu tenho múltiplas doenças crônicas, então vejo muitos médicos diferentes. Quando estou passando por uma depressão, tende a cancelar todos os meus compromissos. Eu simplesmente não tenho energia, nem me importo com minha saúde quando deprimido. “- Meg G.

14. “Eu me isolarei completamente de todos e de tudo. Eu também escolho para mim mesmo até deixar marcas e cicatrizes. É um hábito que eu luto para controlar. “- Michelle S.

15. “Eu corro. Eu tenho sido um corredor há anos, e como eu corro realmente reflete meu estado mental. Alguns dias, apenas levantar e fazer uma milha ou duas é o suficiente para eu sentir que eu consegui algo … ficar ativo e liberar essas endorfinas realmente ajuda quando sei que estou em um ciclo depressivo (bipolar). “- Steven W.

16. “Eu escondo. Eu me afasto dos meus amigos e familiares, pare de responder textos e telefonemas. Eu não saio e faço coisas divertidas com eles.Eu faço escola, trabalho e casa, falando o mínimo possível, mas ainda estou sorrindo para todos os outros. Se alguém pergunta, eu sempre estou cansado.Não especifico por que estou cansado ou do que estou cansado. “- Paige L.

Procure um psicologo online para te ajudar na depressão!

17. “Eu procrastino além da lógica. De fazer tarefas domésticas, escovar os dentes, tomar banho ou mesmo mudar minhas roupas … Eu procrastino tudo o que está na mão, não importa o quão cruel a necessidade … Eu simplesmente me deito e brinco com esse telefone. “- Shivani A.

18. “O meu gosto na música muda quando estou tendo uma luta significativa com a depressão. Como adolescente, minha mãe sempre podia dizer como eu sentia pela música que eu estava ouvindo. Destaca-se, a música também é uma ferramenta poderosa para me ajudar a sair do poço da depressão também. “- Desiree N.

19. “Tenho dias em que não posso” pessoas “. Eu ainda posso continuar contanto que eu não tenha que interagir com humanos. Posso colocar meus fones de ouvido e ainda parecem estar funcionando quando na verdade não estou, desde que eu não tenha que falar com ninguém ou fazer contato visual. “- Gillian W.

20. “Tenho o hábito de tomar longos chuveiros múltiplos todos os dias, até três quando estou mal. O som da água é relaxante e me ajuda a relaxar e encontrar equilíbrio. O som também me dá algo de relaxante para se concentrar. “- Leanne M.

21. “Limpo tudo. É uma distração e, quando tenho algo para me concentrar, sou menos provável que eu seja apanhado em meus pensamentos negativos. “- Rachel M.

22 . “Eu compro comida e paro de cozinhar em casa porque não tenho energia suficiente. Mas, isso piora meu humor porque meu cérebro critica meu gasto excessivo e come alimentos não saudáveis. “- Joy L.

23. “Eu tende a afastar as pessoas. Mas eu faço isso tão odioso que metade do tempo as pessoas acreditam que estou com raiva deles em vez de deprimidas. É muito difícil ter meus esposos / amigos / familiares me ajudar quando tudo o que faço é pedir para ficar sozinho. “- Miranda E.

24. “Não comer nada além de cereais. Não tenho energia para fazer mais nada.E quando eu come algo com substância real, aborreço. “- Jamie H.

25. “Açúcar, açúcar, açúcar …” – Noel R.

26. “Eu sou bastante confortável. Estou com base em contato. Eu vou abraçar aleatoriamente amigos ou membros da família, ou me aconchegar com o meu coelho, e se houver um bebê por perto vou segurá-lo pelo tempo que eu puder. Há apenas algo sobre o calor de outro ser vivo próximo que é calmante e pacífico. “- Mikayla A.

Sintomas de Depressão

Você pode pensar que sabe muito sobre a depressão .

Você sabe que as pessoas com depressão podem se sentir tristes e vazias na maior parte do tempo, ter mudanças no apetite ou hábitos de sono, ficar cansado, diminuir os sentimentos de prazer em coisas que normalmente lhes traziam alegria e, possivelmente, até pensamentos de morte e morte. Mas o único sintoma de depressão que você provavelmente não conhece, e um dos mais difíceis de enfrentar, é a solidão.

As pessoas prosperam na conexão. Mesmo a maioria dos introvertidos precisa ser social com grupos pequenos ou um-em-um. Mas quando me sinto deprimido, não posso me motivar a fazer ou a manter planos, a sair da casa ou, às vezes, até a tomar banho e vestir. Mas isso não significa que eu não quero companhia. Em contraste, eu quero companhia tão mal que é realmente doloroso. Mas eu tenho medo de perguntar. Eu sei que estou preocupado com as pessoas, e eu sei que não sou divertido passar algum tempo, porque sempre estou triste e tenho dificuldade em aproveitar as coisas que eu amava.

Eu me sinto culpado por querer essa empresa, por ter que ter alguém por perto.

Quando fico severamente deprimido, anseio por alguém com quem falar, alguém que entenda e não me julgue. Mas não consigo abrir a boca e pedir a ajuda de que preciso.Eu fico preso em meu próprio cérebro, e eu posso me ouvir gritando, mas, infelizmente, ninguém pode ler minha mente. Quanto mais deprimido eu tiver, mais eu me isolar do mundo exterior e menos motivação eu tenho que chegar às pessoas. Mas este é realmente o tempo que mais preciso de alguém para me ver, ver verdadeiramente o que está acontecendo e chegar até mim.

É triste que os sintomas da depressão possam afastar tantos amigos, por causa do estigma da depressão, ou porque não entendem, estão assustados ou não sabem como ajudar ou estão ocupados e não podem ser incomodados, se você tiver vergonha de procurar um psicólogo na sua cidade, você pode procurar um psicólogo online para te ajudar. Porque, às vezes, a melhor maneira de alcançar um amigo ou um deus deprimido é passar o tempo com ele ou ela, fazendo o que quer que ele ou ela faça. Mesmo que seja apenas uma noite no sofá com Netflix, ou trazendo café ou jantar, apenas mostrando que você se importa com seu amigo pode ajudá-lo a começar a sentir-se melhor. Mesmo que seu amigo não pareça ouvir suas palavras de tranquilidade e conforto, ainda pode haver um benefício para sua presença. Isso sempre ajuda a saber que alguém se importa, para ouvir o amor expressado de forma genuína.

O amor expresso por outras pessoas pode me ajudar tanto quando estou deprimido. Isso me lembra que eu sou digno desse amor, e posso empurrar-me um pouco mais perto de trabalhar com o amor próprio que me tirará da depressão. Então, se você tem um amigo ou amado que está deprimido, lembre-se, é tão importante passar o tempo com ele ou ela. A depressão é uma doença de solidão e a conexão com outras pessoas faz toda a diferença na recuperação.

Diferença entre psicologo e psicanalista

Psicólogo e psicanalista: a qual destes buscar ajuda? Com certeza esta é uma dúvida comum de muitas pessoas que precisam tratar algum problema do dia-a-dia ou distúrbio mental.

Considerados ainda um tabu em nossa sociedade, estes três especialistas estudam a mente humana e prezam pela saúde mental dos pacientes. Afinal, quem aí não tem problemas? Todos nós, claro! Mas, enfim, o que os diferencia? Confira agora a diferença entre psicólogo e psicanalista e como eles atuam:

1) O Psicólogo

O psicólogo, por sua vez, fez sua graduação em Psicologia, ciência que estuda os processos mentais e seus distúrbios, além de todo o comportamento humano, sua interação social e com o ambiente. Como já dito, ele não está apto a receitar medicamentos, somente o médico psiquiatra.

Além disso, o psicólogo possui conhecimentos em psicoterapias e somente ele pode aplicar testes psicológicos, tanto na área clínica como em empresas, por exemplo, para obtenção da CNH, seleção de pessoas, orientação profissional, avaliação de desempenho, inteligência, concentração, personalidade etc, ou seja, testes psicológicos são técnicas de exclusividade dos psicólogos.

O psicólogo tem sua atuação em campos bem diversificados, podendo estar presente em consultórios, hospitais, empresas, escolas, ONGs, postos de saúde, CAPS etc, ou seja, vai além da área clínica, seguindo, por exemplo, para as áreas hospitalar, jurídica, social, esportiva, educacional, de trânsito, entre outras.

2) O Psicanalista

Já o psicanalista pode ser um profissional que realizou um curso de formação em Psicanálise em instituições específicas nesta área (ou seja, não é necessariamente um psicólogo ou psiquiatra) ou até mesmo se graduou em Psicologia, Medicina ou em outra área, e depois se especializou em Psicanálise, ou seja, existem cursos de formação isolados ou pós-graduação em Psicanálise na área da Psicologia e Psiquiatria. Dessa forma, não existe curso superior em Psicanálise.

A Psicanálise é considerada uma das abordagens da Psicologia, mas também pode ser considerada à parte dela, ou seja, é independente. Foi criada por Freud no século 19 a fim de compreender e analisar o ser humano e sua psique, buscando interpretar os conteúdos inconscientes transmitidas pelo paciente, sendo por meio do que ele relata, da forma como ele age e até mesmo como ele se expressa.

O psicanalista, assim como o psicólogo, não pode receitar medicamentos, a não ser que ele seja médico psiquiatra primeiramente.

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