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Categoria: Gerais

Áreas de atuação do psicólogo

A Psicologia é ao mesmo tempo uma ciência que nos permite aprender coisas fundamentais sobre o comportamento humano e animal e uma prática profissional que permite aplicar esses conhecimentos para resolver problemas e promover o desenvolvimento humano em toda a suas potencialidades.

Por ser uma ciência tão ampla a Psicologia mantém relações com muitas áreas do conhecimento e diferentes facetas da nossa vida como Saúde, Educação, Trabalho, Comunidades, Esporte, Trânsito, Justiça.

Assim, quando usamos os conhecimentos da Psicologia nessas áreas, nós criamos o que se chamam de áreas de atuação ou subcampos da Psicologia. Também é possível dizer que se tratam de Psicologia Aplicada a um outro campo.

A Psicologia Aplicada seria, portanto, o oposto de Psicologia Teórica ou Científica que estudaria a mente e o comportamento humano de forma mais geral enquanto a Psicologia Aplicada ou Prática utiliza esses conhecimentos para resolver e entender problemas específicos que envolvem outras áreas do conhecimento.

Essa relação entre ciência e profissão é uma das melhores peculiaridades da Psicologia, pois estimula o avanço contínuo de ambos aspectos. As teorias são testadas na prática e fornecem dados que permitem a confirmação, refutação de algumas teorias e a elaboração de novas teorias.

A seguir irei apresentar algumas das principais áreas de atuação dos psicólogos:

Além disso, muitos psicólogos ensinam psicologia em instituições acadêmicas, de escolas de ensino médio à pós-graduação em universidades.

Psicologia Clínica

shutterstock_32557231Psicólogos clínicos integram conhecimentos da ciência psicológica e conhecimentos clínicos com o objetivo de entender, prevenir e aliviar o sofrimento ou a disfunção de base psicológica (cognitivos, emocionais e comportamentais) e promover o bem-estar subjetivo e o desenvolvimento pessoal.

Embora a avaliação psicológica e a psicoterapia sejam centrais na prática dos psicólogos clínicos, eles também se envolvem em pesquisas, ensino, consultoria, depoimentos forenses, e desenvolvimento de programas de saúde e administração.

Psicólogos clínicos avaliam e tratam distúrbios mentais, emocionais e comportamentais. Estes distúrbios vão desde crises de curto prazo, como as dificuldades resultantes de conflitos de adolescentes, até condições crônicas mais graves, como esquizofrenia.

Alguns psicólogos clínicos tratam exclusivamente problemas específicos, tais como fobias ou depressão. Outros se concentram em populações específicas como por exemplo, os jovens; pessoas idosas, crianças; famílias ou casais; grupos étnicos minoritários; gay, lésbica, bissexuais e transgêneros.

Psicólogos clínicos também colaboram com médicos sobre problemas físicos que têm causas psicológicas subjacentes e participam de equipes multidisciplinares por exemplo em casos de câncer, obesidade e doenças autoimunes.

Os Psicólogos clínicos são formados e treinados dentro quadros teóricos que orientam suas práticas tais como: abordagens psicodinâmicas (psicanálise), humanista, cognitivo-comportamental (TCC), abordagem centrada na pessoa, análise do comportamento, ou Gestalt-terapia.

Psicologia Cognitiva

 

neuroscience2Os psicólogos cognitivos estudam processos envolvidos na aquisição do conhecimento, o que chamamos de processos cognitivos, tais como: a percepção, memória, pensamento, linguagem, memória e resolução de problemas.

Os psicólogos cognitivos estão interessados em questões, por exemplo, entender a forma como a mente representa a realidade, como as pessoas aprendem, e como as pessoas adquirem, compreendem e produzem a linguagem oral e a escrita. Os psicólogos cognitivos também estudam a atenção, memória, o raciocínio, criatividade, julgamento e a tomada de decisões.

Frequentemente os psicólogos cognitivos colaboram com neurocientistas para compreender as bases biológicas da cognição ou com pesquisadores em outras áreas da psicologia para entender melhor os vieses cognitivos na pensamento de pessoas com depressão, por exemplo.

Por esta razão, embora a Psicologia Cognitiva seja uma área de atuação é também a base para muitas outras áreas e seus conhecimentos são utilizados e em muitas áreas de atuação da Psicologia como: psicologia educacional, psicologia social, psicologia da personalidade, psicologia anormal, psicologia do desenvolvimento e economia.

Psicologia Comunitária

Psicólogos comunitários trabalham para fortalecer as capacidades das comunidades, instituições, organizações e sistemas sociais mais amplos para atender às necessidades individuais e coletivas.

Em vez de ajudar as pessoas a lidar com o circunstâncias negativas (por exemplo, trauma, pobreza), os psicólogos comunitários ajudar a capacitar as pessoas a mudar estas condições, evitar problemas, e desenvolver comunidades mais fortes.

Exemplos de intervenções em psicologia comunitária incluem o apoio às vítimas do furacão, em parceria com a bairros, contribuir para a prevenção de crimes e prevenção de bullying e ajudar a mudar as comunidades a identificarem suas próprias necessidades e buscarem por mudanças em políticas públicas.

Aconselhamento Psicológico

Psicólogos que realizam aconselhamento ajudam as pessoas a reconhecer seus pontos fortes e recursos para lidar com os problemas cotidianos e adversidade grave. Eles fazem aconselhamento/psicoterapia, ensino e investigação científica com indivíduos de todas as idades, famílias e organizações (por exemplo, escolas, hospitais, empresas).

Avaliação Psicológica

A avaliação psicológica é um processo técnico e científico realizado com pessoas ou grupos de pessoas que envolve a integração de informações provenientes de diversas fontes, dentre elas, testes, entrevistas, observações e análise de documentos. A testagem psicológica, portanto, pode ser considerada uma etapa da avaliação psicológica, que implica a utilização de teste(s) psicológico(s) de diferentes tipos.

Os psicólogos trabalham com a avaliação psicológica como uma fonte dinâmica de informações de caráter explicativo sobre os fenômenos psicológicos, com a finalidade de subsidiar os trabalhos nos diferentes campos de atuação do psicólogo, dentre eles, saúde, educação, trabalho e outros setores em que ela se fizer necessária. Trata-se de um estudo que requer um planejamento prévio e cuidadoso de acordo com a demanda e os fins aos quais a avalição se destina.

 

Psicologia do Desenvolvimento

psico_desenOs psicólogos do desenvolvimento estudam as mudanças cognitivas, comportamentais e emocionais que ocorrem durante a vida.

Durante muito tempo o foco primário de Psicólogos Desenvolvimentais eram as crianças e adolescentes, porque essas fases constituem um período crucial no desenvolvimento e porque estes períodos são repletos de mudanças muito claras e rápidas.

Mais recentemente os Psicólogos do Desenvolvimento concentram seus estudos no Ciclo Vital, incluindo não apenas as crianças e adolescentes, mas sim o acompanhamento do desenvolvimento dos seres humanos desde a gestação, passando pela infância e adolescência até adultos, idosos e a morte.

Os Psicólogos Desenvolvimentais estão se tornando cada vez mais interessados em envelhecimento, especialmente em pesquisar e desenvolver maneiras de ajudar as pessoas mais velhas a continuarem o mais independente possível e com a maior qualidade de vida possível.

Psicólogos do Desenvolvimento examinam as mudanças através de uma ampla gama de tópicos, incluindo: habilidades motoras, desenvolvimento cognitivo, funções executivas, compreensão moral, a aquisição da linguagem, a mudança social, a personalidade, o desenvolvimento emocional, auto-conceito e formação da identidade.

Psicologia Educacional

Psicólogos educacionais estudam cientificamente a aprendizagem humana nos mais diferentes contextos, seja em escolas, comunidades ou famílias.

O campo da psicologia educacional envolve o estudo da memória, a formação de conceitos, e as diferenças individuais (por meio da Psicologia Cognitiva e da Psicologia do Desenvolvimento) em conceituar novas estratégias para os processos de aprendizagem em humanos.

A Psicologia educacional foi construída sobre as bases de teorias do condicionamento operante, funcionalismo, estruturalismo, construtivismo, psicologia humanista, a psicologia da Gestalt, e a teoria de processamento de informação.

Os Psicólogos Educacionais podem realizar o estudo dos processos de aprendizagem, a partir de perspectivas tanto cognitivas como comportamentais, que permitem aos pesquisadores entender as diferenças individuais na inteligência, no desenvolvimento da cognição, afeto, motivação, auto-regulação e autoconceito, bem como o seu papel na aprendizagem.

O campo da psicologia da educação depende fortemente de métodos quantitativos, incluindo testes e medição, para melhorar as atividades educativas relacionadas ao design de métodos de ensino, gestão de sala de aula e avaliação, que servem para facilitar processos de aprendizagem em vários contextos educativos em toda a vida.

O campo da Psicologia educacional contribui com uma vasta gama de especialidades dentro dos estudos educacionais, incluindo design instrucional, tecnologia educacional, desenvolvimento do currículo, a aprendizagem organizacional, educação especial e de gestão de sala de aula.

Escola e educação estão intimamente relacionados, mas não são sinônimos; o mesmo vale para a psicologia escolar e para a psicologia educacional. A Psicologia educacional é um campo mais amplo do que a Psicologia Escolar, e uma pessoa que opta por um programa de psicologia educacional pode ou não pretende exercer a profissão de psicólogo escolar.

Psicologia Escolar

Schoolchildren and their teacher in a primary classPsicólogos escolares geralmente oferecem serviços aos estudantes através de escolas e podem inclusive ser membros de equipes escolares. Psicólogos escolares prestam diversos serviços que podem incluir a administração de testes de inteligência e de outras habilidades envolvidas na aprendizagem como memória e atenção, bem como intervenções de aconselhamento e planejamento.

Psicólogos escolares estão envolvidos em diversos serviços psicológicos para crianças, adolescentes e famílias em escolas e outras configurações aplicadas. Eles avaliar e aconselhar os estudantes, consultar com os pais e funcionários da escola, e realizar intervenções comportamentais, quando apropriado.

Psicólogos escolares oferecem suporte à capacidade de aprender dos alunos e aos professores dos alunos contribuem para à capacidade de ensinar. Eles aplicam conhecimentos de saúde mental, aprendizagem e comportamento, para ajudar as crianças e jovens a serem bem sucedidos academicamente, socialmente, comportamentalmente, e emocionalmente. Psicólogos escolares fazem parcerias com as famílias, os professores, administradores escolares e outros profissionais para criar ambientes seguros, saudáveis e de apoio de aprendizagem que fortaleçam as ligações entre a família, a escola e a comunidade.

Leia mais sobre o que faz um psicólogo na escola.

Psicologia Industrial, Organizacional e do Trabalho

Atuam em atividades relacionadas a analise e desenvolvimento organizacional, visando à qualidade no processo produtivo e saúde do trabalhador;

Psicologia de Trânsito

Atuam no âmbito da circulação humana, realizando avaliações psicológicas, estudos e ações socioeducativas em todos os segmentos sociais que o trânsito está inserido;

Psicologia Jurídica

Atuam no âmbito da justiça colaborando no planejamento e execução de políticas de cidadania, direitos humanos, avaliação psicológica, prevenção e combate da violência;

Psicologia do Esporte

Psicólogos do esporte ajudam os atletas a refinar o seu foco em metas de competição, tornar-se mais motivados, e aprender a lidar com a ansiedade e o medo do fracasso que muitas vezes acompanham a competição.

Eles atuam junto ao esporte competitivo e de alto rendimento, a fim de aperfeiçoar aspectos psicológicos e desempenho relacionado à saúde global do atleta;

Psicometria e Psicologia Matemática

Psicólogos que usam métodos quantitativos e a psicometria para a concepção de experimentos e análise de dados psicológicos. Alguns desenvolvem novos métodos para a realização de análises; outros criam estratégias de investigação

para avaliar o efeito dos programas sociais e educacionais e de tratamento psicológico. Eles desenvolvem e avaliar modelos matemáticos para os testes psicológicos. Eles também propõem métodos para avaliar a validade e precisão de testes psicólogicos.

 

Psicologia Hospitalar

Atua em instituições de saúde participando na prestação de serviços de nível secundário ou terciário da atenção a saúde;

Psicopedagogia

Atua na investigação e intervenção nos processos de aprendizagem de habilidades e conteúdos acadêmicos;

Psicomotricidade

Psicólogos nessa área atuam nas áreas de Educação, Reeducação e Terapia Psicomotora, utilizando se de recursos para o desenvolvimento, prevenção e reabilitação do ser humano;

Psicologia Social

Os psicólogos sociais estudam como a vida mental e o comportamento de uma pessoa são moldadas por interações com outras pessoas. Eles estão interessados em todos os aspectos da relações interpessoais, incluindo ambas as influências individuais e de grupo, e buscam maneiras de melhorar tais interações. Por exemplo, suas pesquisas ajudam-nos a compreender como as pessoas formam as atitudes para com os outros e, quando estes são nocivo, como no caso de preconceitos fornecendo insights sobre maneiras de mudar eles.

Os psicólogos sociais são encontrados em uma variedade de configurações, desde em instituições acadêmicas(onde ensinam e realizam pesquisas), até em agências de publicidade (Onde estudam atitudes e preferências dos consumidores), e em empresas e agências do governo (onde ajudam com uma variedade de problemas em organização e gestão).

 

Neuropsicologia

Neuropsicólogos exploram as relações entre o cérebro e os comportamentos. Eles podem estudar, por exemplo, como o cérebro cria e armazena memórias, ou como doenças e lesões do cérebro afetam a emoção, a percepção, e comportamentos. Eles projetam tarefas e testes para estudar as funções normais do cérebro com imagens técnicas como a tomografia por emissão de pósitrons (PET) e a ressonância magnética funcional (fMRI).

Neuropsicólogos clínicos também avaliam e tratam as pessoas e estão trabalhando com equipes de saúde para ajudar na recuperação de pessoas sobreviventes de lesões traumáticas no cérebro para que possam retomar a vida produtiva.

Psicologia Ambiental

Psicólogos ambientais estudam a dinâmica das interações entre pessoas e o meio ambiente. Eles definem o termo meio ambiente de forma muito ampla, incluindo tudo os que é natural no planeta, bem como ambientes construídos, configurações sociais, culturais, grupos e ambientes informacionais. Eles examinam o comportamento evoluindo em várias escalas e de diversos processos (por exemplo, localização, globalização).

Psicólogos ambientais exploram questões como a gestão de recursos e o efeito do estresse ambiental na saúde humana. Eles também promovem comportamentos conscientização e de preservação ambiental.

Psicologia Evolucionista

Psicólogos evolucionistas estudam como princípios evolutivos, tais como mutação, seleção e adaptação influenciam em nossos pensamentos, sentimentos e comportamentos. Psicólogos evolucionistas estão particularmente interessados em como os comportamentos ontogenéticos reproduzem e foram selecionados filogeneticamente e o impacto desses comportamentos em nosso contexto atual. Por exemplo, alguns comportamentos que eram altamente adaptativos no nosso passado evolutivo podem não ser mais adaptativos no mundo moderno.

Psicologia Experimental

Psicólogos Experimentais estão interessados em uma ampla gama de fenômenos psicológicos, incluindo processos cognitivos, psicologia comparativa (comparações de diferentes especíes) e aprendizagem e condicionamento. Eles estudam tanto animais humanos e não-humanos com relação a suas capacidades para detectar o que está acontecendo em um ambiente particular e para adquirir e manter as respostas para o que está acontecendo.

Os psicólogos experimentais trabalham com o método empírico (coleta dados) e a manipulação das variáveis dentro do laboratório como uma forma de compreender certos fenômenos e produzir o avanço do conhecimento científico. Além de trabalhar em ambientes acadêmicos, psicólogos experimentais trabalhar em lugares tão diversos como de fabricas, jardins zoológicos, e empresas de engenharia.

Fonte: https://www.psicologiaexplica.com.br/areas-de-atuacao/

 

5 Dicas Infalíveis para Ter Foco e Determinação

O seu caminho para o sucesso é sempre baseado na força de vontade determinação que você tem enraizado dentro de si mesmo. A determinação alinha sua energia e atenção para seu foco.

E aqui quando me refiro a sucesso pode ser qualquer coisa em sua vida. Desde aquela viagem que há tempo planejou e que, finalmente, você conseguiu fazer até aquela empreitada em um negócio próprio. Qualquer objetivo concluído com êxito será possível definir como sucesso!

A determinação não se limita apenas se você é uma pessoa que corre atrás do que quer ou trabalha muito, é sobre o que você está disposto a fazer para alcançar seu objetivo maior.

Aqui selecionei 5 maneiras mais eficazes de você ter o poder do foco e determinação para alcançar qualquer coisa na vida! Desde aqueles objetivos simples, alcançáveis até os que mais você julga ser difícil (aos seus olhos) e que demandam mais esforço, autodisciplina na vida.

Será que você tem tido tanta garra a ponto de sacrificar algumas horas de sono? Está conseguindo eliminar distrações do seu dia a dia? Em que nível está o seu poder do foco e determinação para alcançar seus objetivos? Veja aqui neste site mais detalhes também.

5 Maneiras mais eficazes para ter foco e determinação

Quer ter mais foco e determinação para concluir projetos, objetivos? Aplique estas 5 maneiras e obtenha resultados reais melhorando sua produtividade diária.

1 – Passe a focar no compromisso, não na motivação

Você é uma pessoa comprometida com o seu objetivo? Quão importante é para você, e o que você está disposto a sacrificar para alcançá-lo?

Se você se encontra totalmente comprometido com ele, a motivação naturalmente se seguirá.

2 – Busque conhecimento, não resultados

Se você se concentrar na emoção da descoberta, melhorando, explorando e experimentando, sua motivação será sempre abastecida.

Se você se concentrar apenas nos resultados, sua motivação será como o tempo – ele vai morrer no minuto em que você se deparar com uma tempestade (dificuldade, obstáculo).

Portanto, a chave é se concentrar na viagem, não no destino. O mais importante é o processo, não o seu fim. O fim será apenas consequência do processo.

Continue pensando sobre o que você está aprendendo ao longo do caminho e o que você pode melhorar. O resultado logo chega! Persista!

3 – Livre-se de pensamentos estagnados

Pensamentos influenciam sentimentos e sentimentos determinam como você vê seu trabalho, o seu negócio, o seu objetivo. Você tem muitos pensamentos na sua cabeça, e você sempre tem uma escolha de quais focar:

  • Os que vão fazer você ficar emocionalmente preso (medos, dúvidas) ou,
  • Aqueles que irão te fazer avançar (excitação, experimentando, tentando coisas novas, sair de sua zona de conforto).

4 – Livre-se das distrações

Coisas sem sentido e distrações sempre estarão em seu caminho. Especialmente, aquelas coisas fáceis e usuais que você preferiria fazer em vez de se concentrar em novos projetos desafiadores e significativos.

Aprenda a se concentrar no que é mais importante. Escreva uma lista de tarefas que desperdiçam o seu tempo (celular, redes sociais, TV, jogos, e-mail etc) e se mantenha responsável para não fazê-las.

5 – Durma Bem! Descanse sua Mente e seu Corpo

Ter noites de sono saudáveis é essencial para qualquer pessoa que deseja alcançar a alta performance, ter foco diário nas atividades e principalmente clareza de onde você deve investir seu tempo e seu esforço.

Diversos estudos já comprovaram que uma boa noite de sono é essencial para recuperarmos nossas energias, eliminar toxinas do nosso corpo e restaurar nossas ligações cerebrais, tendo assim, mais disposição no dia a dia.

Veja mais detalhes aqui sobre como dormir bem, recuperar suas noites de sono e evitar remédios para dormir.

Que tal? Gostou e vai aplicá-las? Deixe seu comentário abaixo!

 

Psicologo é medico

Perguntas:

  • psicologo é medico ou doutor?
  • psicologo é medico de louco?
  • psicólogo é considerado médico?
  • psicólogo pode ser chamado de doutor?

Resposta:   Para responder as perguntas, é preciso esclarecer o que se entende por “doutor”. Muitas vezes, quando as pessoas usam esse termo o que eles realmente querem é se referir a um médico, ou MD.

Tecnicamente, qualquer um que possui um grau de doutoramento é um doutor, incluindo psicólogos, que geralmente têm um PhD ou PsyD.

Então, nesse sentido, um psicólogo é doutor, mas de um tipo diferente do que você pode dizer.

No entanto, se o que você realmente quer saber é se um psicólogo é médico ou se um psicólogo pode receitar remédios e administrar tratamentos médicos para a depressão, tais como medicamentos ou procedimentos como a eletroconvulsoterapia (ECT) ou estimulação magnética transcraniana, a resposta é não, eles não podem fazer essas coisas. Um psicólogo trabalha principalmente em uma das duas áreas: a pesquisa psicológica ou trabalho com pacientes através de psicoterapia.

Iatrofobia medo de medico

Embora psicólogos geralmente não possam prescrever medicamentos, existem algumas exceções a esta regra. Na maioria dos casos, porém, se você precisar de medicamentos ou outros tratamentos médicos para a sua depressão, então você precisa visitar um tipo diferente de profissional de saúde mental, o psiquiatra.

Ambos psicoterapia e medicamentos sejam capazes de ajudar as pessoas com depressão; muitas vezes, as pessoas vão se dar bem com apenas a psicoterapia ou apenas com medicamentos. Outras vezes, uma combinação de ambos vai dar os melhores resultados.

Conclusões

Psicólogo não é médico.

Psicólogo não é doutor se não tiver doutorado.

Fonte: http://psicoativo.com/2016/07/psicologo-e-doutor-psicologo-e-medico.html

Psicólogo hospitalar

O Que é a Psicologia Hospitalar?

A psicologia hospitalar se propõe em ser uma área de conhecimento que visa fornecer suporte ao sujeito em adoecimento, a fim de que este possa atravessar essa fase com maior resiliência. Nesse sentido, é um campo de entendimento e tratamento dos aspectos biológicos em torno do adoecimento, não somente doenças psicossomáticas, mas todo e qualquer tipo de enfermidade.

Comumente, o processo de adoecimento traz em seu bojo uma desorganização da sua vida, de modo que provoca várias transformações em sua subjetividade, ou seja, o sujeito sai do conforto de seu lar e se depara com a hospitalização, muda seus hábitos, perde sua identidade e, muitas vezes, acaba virando um número de prontuário.

Nesse momento, junto a toda equipe multidisciplinar, surge a figura do psicólogo que tem esse intuito de escutar e acolher o sofrimento do indivíduo frente as suas principais dificuldades no que tange a essa fase. Enquanto a medicina visa curar a patologia, a psicologia hospitalar buscar ressignificar a posição do sujeito frente à doença.

Psicologia HospitalarO trabalho da psicologia hospitalar é de possibilitar voz a esse sujeito, fazer surgir a palavra. O instrumento de trabalho desse profissional é a escuta e a palavra, a partir desse enfoque o psicólogo visa minimizar o sofrimento psíquico do paciente em adoecimento.

As atividades do psicólogo no hospital situam-se em atendimentos psicoterapêuticos, psicoterapia de grupo, profilaxia e psicoeducação, atendimentos em ambulatórios, enfermarias e UTI, avaliação diagnóstica, psicodiagnóstico, consultoria e interconsulta e atuação em equipe multidisciplinar.

O Trabalho do Psicólogo Hospitalar

O objetivo principal do psicólogo hospitalar é auxiliar o paciente em seu processo de adoecimento, visando à minimização do sofrimento provocado pela hospitalização. Esse profissional deve prestar assistência ao paciente, bem como seus familiares e a equipe de serviço, sendo que este deve levar em consideração um leque amplo de atuações, tendo em vista a pluralidade das demandas.

De acordo com a definição do órgão que rege o exercício profissional do psicólogo no Brasil, o CFP (2003a), o psicólogo especialista em Psicologia Hospitalar tem sua função centrada nos âmbitos secundário e terciário de atenção à saúde, atuando em instituições de saúde e realizando atividades como: atendimento psicoterapêutico; grupos psicoterapêuticos; grupos de psicoprofilaxia; atendimentos em ambulatório e unidade de terapia intensiva; pronto atendimento; enfermarias em geral; psicomotricidade no contexto hospitalar; avaliação diagnóstica; psicodiagnóstico; consultoria e interconsultoria.

Chiattone (2000) ressalta, contudo, que, muitas vezes, o próprio psicólogo não tem consciência de quais sejam suas tarefas e papel dentro da instituição, ao mesmo tempo em que o hospital também tem dúvidas quanto ao que esperar desse profissional. Se o psicólogo simplesmente transpõe o modelo clínico tradicional para o hospital e verifica que este não funciona como o esperado (situação bastante freqüente), isso pode gerar dúvidas quanto à cientificidade e efetividade de seu papel. Desse modo, segundo a autora, o distanciamento da realidade institucional e a inadequação da assistência mascarada por um falso saber pode gerar experiências malsucedidas em Psicologia Hospitalar.

O psicólogo deve estar cônscio de seu papel na instituição hospitalar, visto que sua atuação não abrange somente a hospitalização em si, no que tange a patologia, mas, sobretudo, as seqüelas e conseqüências emocionais decorrentes do adoecimento. Nessa perspectiva o psicólogo deve atuar de modo preventivo, evitando o agravamento do problema.

A Psicologia Hospitalar – objetivos e limites

Para (Alamy, 1991) podemos conceituar Psicologia hospitalar como o ramo da Psicologia destinado ao atendimento de pacientes portadores de alguma alteração orgânico-física, que seja responsável pelo desequilíbrio em uma das instâncias bio-psico-social, bem como uma Psicologia dirigida a pacientes internados em hospitais gerais sem deixar de se estender aos ambulatórios e consultórios, com sua atenção voltada para as questões emergenciais advindas da doença e/ou hospitalização, do processo do adoecer e do sofrimento causado por estas, visando o minimizar da dor emocional do paciente e de sua família.

Como o fato da psicologia hospitalar ser uma área que lida diretamente com a subjetividade e sofrimento do outro, é essencial que o psicólogo entenda os limites de sua atuação para não se tornar um dos elementos invasivos provenientes da hospitalização.

Embora o paciente esteja necessitando de atendimento é necessário balizar a vontade ou não paciente de receber assistência, a vontade do sujeito deve ser respeitada. Assim, pode-se pensar em uma atuação que respeita a condição humana e caminhe dentro dos princípios morais e éticos.

De outra parte, é também muito importante observar-se o fato de que, ao atuar em uma instituição, o psicólogo, ao contrário da prática isolada de consultório, tem que ter bastante claros os limites institucionais de sua atuação. Na instituição o atendimento deverá ser norteado a partir dos princípios institucionais (ANGERAMI, 1984).

A psicologia hospitalar não deve se colocar no contexto hospitalar como uma força solitária. Deve, acima de tudo, colaborar com seus objetivos para promover a humanização e a transformação social no ambiente hospitalar, sem ficar preso somente as teorizações que isolam os conflitos mais amplos.

Desafios e Possibilidades

O estado precário da saúde da população é um entrave dentro do saber psicológico, pois exige do profissional uma revisão de seus valores pessoais, acadêmicos e emocionais. Nesta perspectiva, o contexto hospitalar difere do contexto de aprendizagem e orientação acadêmica, uma vez que ali se percebe uma realidade desumana nas condições de saúde da população que é alvo constante de injustiças sociais e aspira por um tratamento hospitalar digno. Os doentes são não raros obrigados a aceitar como normais, todas as formas de agressão com as quais se deparam em busca da saúde (ANGERAMI-CAMON,1995).

É um desafio para o profissional adentrar em um contexto onde quem predomina é a área médica, onde há limites institucionais regidos por regras, condutas e normas. Além do que o serviço muitas vezes é muito deficiente e deve-se considerar que o atendimento psicológico afasta-se do modelo clínico tradicional, e muitas vezes, leva o profissional a fazer os atendimentos em macas, nos corredores, exigindo a construção de uma nova postura profissional.

A inserção do psicólogo no contexto hospitalar tem a possibilidade de atuar no contexto de trabalho nas equipes inter e multidisciplinares, promovendo a humanização, qualidade de vida e assistência psicológica ao sujeito hospitalizado, a família e a equipe de saúde.

Angerami-Camon (1988) reflete sobre o trabalho do psicólogo junto ao paciente, à família, à equipe de saúde diante de situações específicas dentro do hospital. Ele defende a importância da trajetória hospitalar do paciente (diagnóstico e prognóstico), pois isto revela o tipo de trabalho a ser desenvolvido pelo psicólogo. Assim, as intervenções precisam observar que a estruturação do atendimento considera questões específicas da sintomatologia abordada em sua totalidade. Outra atuação seria a prestação de esclarecimentos aos profissionais sobre as questões emocionais do indivíduo internado. Além disso, junto à família, o psicólogo hospitalar precisa perceber que a mesma vive um momento de ansiedade, o qual envolve o restabelecimento físico do paciente.

Considerações Finais

À guisa de conclusão, a psicologia hospitalar é uma área que se propõe a trabalhar com o sofrimento da pessoa em face a sua hospitalização, não objetiva curar a patologia em si, mas dar mecanismos para que esse sujeito ressignifique seu adoecimento e aprenda a lidar melhor com essa transição. Assim, temos uma psicologia hospitalar que se controi a cada dia em sua prática, e que tem como técnica, possibilitar o surgimento da palavra naquele que sofre, isto é, amenizar o sofrimento e auxiliar no campo preventivo para que o caso não evolua. Nesse sentido, é um trabalho que lida diretamente com a subjetividade do outro e que necessita largamente de um compromisso ético com a condição humana.

Fonte: https://psicologado.com/atuacao/psicologia-hospitalar/a-psicologia-hospitalar

Psicologo Jurídico – Tudo o que você precisa saber

Recebemos diversos pedidos para falarmos mais a respeito da psicologia jurídica. Embora já tenhamos publicado o texto “Psicologia Forense“, existem diferenças e, aqui no Brasil, falamos da psicologia jurídica e utilizamos muito pouco o termo psicologia forense.

A psicologia jurídica é uma especialização que psicólogos podem fazer de dois modos:

– Prestando o Concurso do Conselho Federal de Psicologia e obtendo o título de Psicólogo(a) Jurídica.

– Fazendo uma Pós-Graduação em Psicologia Jurídica. Em geral, as pós-graduações latu sensu (especializações) tem duração de 18 a 24 meses. Existem diversas faculdades que oferecem esta especialização como a Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), a PUC, a UCB, entre outras.

De acordo com o site da UERJ, a pós-graduação em psicologia jurídica “objetiva capacitar psicólogos para atuar na interação entre Psicologia e Direito, enfocando, prioritariamente, as áreas de Justiça da Infância e Juventude, Sistema Penal e Varas de Família”.

Definição de Psicologia Jurídica

Segundo o Conselho Federal de Psicologia, o psicólogo(a) que trabalha na área:

1) Atua no âmbito da Justiça, colaborando no planejamento e execução de políticas de cidadania, direitos humanos e prevenção da violência, centrando sua atuação na orientação do dado psicológico repassado não só para os juristas como também aos indivíduos que carecem de tal intervenção, para possibilitar a avaliação das características de personalidade e fornecer subsídios ao processo judicial, além de contribuir para a formulação, revisão e interpretação das leis

2) Avalia as condições intelectuais e emocionais de crianças, adolescentes e adultos em conexão com processos jurídicos, seja por deficiência mental e insanidade, testamentos contestados, aceitação em lares adotivos, posse e guarda de crianças, aplicando métodos e técnicas psicológicas e/ou de psicometria, para determinar a responsabilidade legal por atos criminosos;

3) Atua como perito judicial nas varas cíveis, criminais, Justiça do Trabalho, da família, da criança e do adolescente, elaborando laudos, pareceres e perícias, para serem anexados aos processos, a fim de realizar atendimento e orientação a crianças, adolescentes, detentos e seus familiares ;

4) Orienta a administração e os colegiados do sistema penitenciário sob o ponto de vista psicológico, usando métodos e técnicas adequados, para estabelecer tarefas educativas e profissionais que os internos possam exercer nos estabelecimentos penais; realiza atendimento psicológico a indivíduos que buscam a Vara de Família, fazendo diagnósticos e usando terapêuticas próprias, para organizar e resolver questões levantadas; participa de audiência, prestando informações, para esclarecer aspectos técnicos em psicologia a leigos ou leitores do trabalho pericial psicológico;

5) Atua em pesquisas e programas sócio-educativos e de prevenção à violência, construindo ou adaptando instrumentos de investigação psicológica, para atender às necessidades de crianças e adolescentes em situação de risco, abandonados ou infratores;

6) Elabora petições sempre que solicitar alguma providência ou haja necessidade de comunicar-se com o juiz durante a execução de perícias, para serem juntadas aos processos;

7) Realiza avaliação das características das personalidade, através de triagem psicológica, avaliação de periculosidade e outros exames psicológicos no sistema penitenciário, para os casos de pedidos de benefícios, tais como transferência para estabelecimento semi-aberto, livramento condicional e/ou outros semelhantes.

8) Assessora a administração penal na formulação de políticas penais e no treinamento de pessoal para aplicá-las.

9) Realiza pesquisa visando à construção e ampliação do conhecimento psicológico aplicado ao campo do direito.

10) Realiza orientação psicológica a casais antes da entrada nupcial da petição, assim como das audiências de conciliação.

11) Realiza atendimento a crianças envolvidas em situações que chegam às instituições de direito, visando à preservação de sua saúde mental.

12) Auxilia juizados na avaliação e assistência psicológica de menores e seus familiares, bem como assessorá-los no encaminhamento a terapia psicológicas quando necessário.

13) Presta atendimento e orientação a detentos e seus familiares visando à preservação da saúde. Acompanha detentos em liberdade condicional, na internação em hospital penitenciário, bem como atuar no apoio psicológico à sua família.

14) Desenvolve estudos e pesquisas na área criminal, constituindo ou adaptando o instrumentos de investigação psicológica.

Média Salarial do Profissional de Psicologia Jurídica

Falar em média salarial é sempre complicado, justamente por ser a média uma medida da estatística pouco confiável. Em outros textos aqui no site falamos a respeito do assunto

Quanto ganha um profissional na área de Psicologia Jurídica?

Como estão inseridos majoritariamente na categoria de servidores públicos, os profissionais da Psicologia Jurídica estão no patamar intermediário de ganhos dentro da profissão de Psicólogo, recebendo uma remuneração inicial que varia entre R$ 4 mil e R$ 6 mil (de acordo com os editais mais recentes).

O Tribunal de Justiça de Pernambuco, por exemplo, abriu recentemente um concurso com salário inicial de R$ 5.215, mais benefícios.

Mercado de Trabalho – Psicologia

Porque os psicólogos ganham tão mal?

Para a psicologia jurídica, podemos dizer que o salário representa uma faixa intermediária de ganhos, que variam entre 4 a 6 mil reais. Em um edital de 2012, publicado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, o salário oferecido para as 55 vagas era de R$ 4.567,44 em jornada de 40 horas semanais. A exigência para participar do processo seletivo era ter a graduação em psicologia.

Para obter o título de especialista pelo Conselho Federal de Psicologia, é necessário passar por um Concurso, que é aberto pelo próprio CFP, cujas exigências são:

  • ter certificado ou diploma de conclusão de curso de especialização credenciado ao CFP;
  • ter sido aprovado no exame teórico e prático, promovido pelo CFP, e comprovar prática profissional na área por mais de 2 (dois) anos

O título de especialista é, então, vinculado à Carteira Profissional. Entretanto, é importante salientar que não é condição obrigatória para o exercício na área de titulação, servindo como uma referência de competência e experiência apenas.

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Psicologia Jurídica: faculdade de psicologia e/ou direito?

Como se tornar um profissional da Psicologia Jurídica?

Uma das formas de se tornar um Psicólogo Jurídico é prestar o concurso do Conselho Federal de Psicologia (CFP) a fim de obter o título de Especialista em Psicologia Jurídica.

Para prestar o concurso do Conselho Federal de Psicologia, é obrigatório:

• ter realizado uma graduação em Psicologia com diploma emitido por uma instituição de ensino vinculada ao CFP;
• ser aprovado em um exame prático e teórico promovido pelo conselho e
• comprovar prática profissional por no mínimo dois anos.

Outra maneira é realizar uma pós-graduação em Psicologia Jurídica por uma instituição de ensino credenciada pelo CFP. As especializações em Psicologia Jurídica duram entre 18 e 24 meses, dependendo da faculdade, e podem ser encontradas nos grandes centros.

Após ter sido aprovado na prova ou terminar a especialização, o psicólogo vincula o título de especialista em Psicologia Jurídica à carteira profissional.

Seja qual for o caminho de especialização, o primeiro passo é fazer a graduação em Psicologia em uma instituição reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC).

Dúvidas e questões, por favor, comente abaixo!

Diferença entre psicologo e psicanalista

Psicólogo e psicanalista: a qual destes buscar ajuda? Com certeza esta é uma dúvida comum de muitas pessoas que precisam tratar algum problema do dia-a-dia ou distúrbio mental.

Considerados ainda um tabu em nossa sociedade, estes três especialistas estudam a mente humana e prezam pela saúde mental dos pacientes. Afinal, quem aí não tem problemas? Todos nós, claro! Mas, enfim, o que os diferencia? Confira agora a diferença entre psicólogo e psicanalista e como eles atuam:

1) O Psicólogo

O psicólogo, por sua vez, fez sua graduação em Psicologia, ciência que estuda os processos mentais e seus distúrbios, além de todo o comportamento humano, sua interação social e com o ambiente. Como já dito, ele não está apto a receitar medicamentos, somente o médico psiquiatra.

Além disso, o psicólogo possui conhecimentos em psicoterapias e somente ele pode aplicar testes psicológicos, tanto na área clínica como em empresas, por exemplo, para obtenção da CNH, seleção de pessoas, orientação profissional, avaliação de desempenho, inteligência, concentração, personalidade etc, ou seja, testes psicológicos são técnicas de exclusividade dos psicólogos.

O psicólogo tem sua atuação em campos bem diversificados, podendo estar presente em consultórios, hospitais, empresas, escolas, ONGs, postos de saúde, CAPS etc, ou seja, vai além da área clínica, seguindo, por exemplo, para as áreas hospitalar, jurídica, social, esportiva, educacional, de trânsito, entre outras.

2) O Psicanalista

Já o psicanalista pode ser um profissional que realizou um curso de formação em Psicanálise em instituições específicas nesta área (ou seja, não é necessariamente um psicólogo ou psiquiatra) ou até mesmo se graduou em Psicologia, Medicina ou em outra área, e depois se especializou em Psicanálise, ou seja, existem cursos de formação isolados ou pós-graduação em Psicanálise na área da Psicologia e Psiquiatria. Dessa forma, não existe curso superior em Psicanálise.

A Psicanálise é considerada uma das abordagens da Psicologia, mas também pode ser considerada à parte dela, ou seja, é independente. Foi criada por Freud no século 19 a fim de compreender e analisar o ser humano e sua psique, buscando interpretar os conteúdos inconscientes transmitidas pelo paciente, sendo por meio do que ele relata, da forma como ele age e até mesmo como ele se expressa.

O psicanalista, assim como o psicólogo, não pode receitar medicamentos, a não ser que ele seja médico psiquiatra primeiramente.

Psicologo pode dar atestado

PSICÓLOGO PODE DAR ATESTADO?
Claro que pode. No entanto, muita gente não entende que psicólogo pode dar atestado PSICOLÓGICO. Atestar é apenas o ato de “afirmar” alguma coisa oficialmente.

Um psicólogo pode sim emitir um documento que diz que você se encontra em tratamento psicológico, ou habilitado, por exemplo, para conduzir um veículo ou mesmo exercer um determinado cargo numa empresa.

PSICÓLOGO PODE USAR CID?
Segundo a resolução nº 015/96 do Conselho Federal de Psicologia, o psicólogo pode inclusive se valer do CID ao confeccionar este documento, porém isso é FACULTATIVO e tem por objetivo apenas manter um diálogo mais claro com a medicina e outras áreas da saúde.

QUAIS TRANSTORNOS PODEM SER DIAGNOSTICADOS POR PSICÓLOGOS?
Segundo especifica o Conselho Federal de Medicina, os psicólogos têm o poder de diagnosticar os transtornos psicológicos, ou seja, segundo orienta o CFM as doenças de F80 a F89 que compõem os ditos Transtornos do Desenvolvimento Psicológico.

ATESTADO PSICOLÓGICO ABONA FALTA?
A Resolução do CFP nº015 de 1996 diz que o Psicólogo pode emitir atestado para tratamento de saúde de até 15 dias, sendo necessário, em caso de necessidade de afastamento por período superior a empresa encaminhar o funcionário para a perícia na Previdência Social.

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Mas é importante salientar que o CFP diz em sua resolução que tal atestado tem “efeito de justificativa de falta” (Artigo 4º), não de abono.

Uma falta justificada não necessariamente significa que a empresa é obrigada a abonar ou desconsiderar a mesma.

É importante lembrar que, mesmo em casos de atestados médicos, muitas vezes as empresas submetem o trabalhador a uma avaliação de um médico da própria empresa independente de quem emita o tal atestado.

QUAL ATESTADO ABONA FALTA?
Resolução Administrativa TST/92 (81) determina que seja apresentado um ATESTADO MÉDICO (ou odontológico) para fins de abonos de falta.

PSICÓLOGO EMITE LAUDO PRO INSS?
NÃO! A lei da Seguridade Social (L.8.212/91) é bem clara em seus Artigos 70, 42, 59 e 151 quando se refere a ATESTADOS MÉDICOS e PERÍCIAS MÉDICAS para obtenção de benefícios.

ENFIM:
Os profissionais de psicologia têm o poder de diagnosticar doenças mentais (específicas) e emitir atestados psicológicos.

No entanto, para fins de afastamento do trabalho, as empresas não são obrigadas a “abonar” a falta.

É importante lembrar que muitos profissionais de psicologia presam pela promoção da subjetividade e combatem “rótulos”, sendo a utilização de linguagem médica recomendada apenas para ações multi-disciplinares e interlocução com outras áreas da saúde.

Resolução CFP Nº 015/1996
| RESOLUÇÃO CFP Nº 023/2007 |

Ementa: Institui e regulamenta a concessão de atestado Psicológico
para tratamento de saúde por problemas psicológicos.

O Conselho Federal de Psicologia, no uso de suas atribuições legais e regimentais:

Considerando que o psicólogo é um profissional que atua também na área da saúde, com fundamento, inclusive, na caracterização efetuada pela OIT, OMS e CBO;

Considerando que o parágrafo 1º. artigo 13º da Lei nº. 4.119 de 27 de agosto de 1962 estabelece que é função do psicólogo a elaboração de diagnóstico psicológico;

Considerando que o psicólogo pode diagnosticar condições mentais que incapacitem o paciente para o trabalho e/ou estudos;

Considerando que o psicólogo pode diagnosticar condições mentais que ofereçam riscos para o paciente e para o próprio meio ambiente onde se insere;

Considerando que para o devido restabelecimento do equilíbrio mental do paciente é muitas vezes necessário seu afastamento das atividades laborais ou de estudos;

Considerando que tal medida visa, sobretudo, a promover a saúde mental, garantir as condições de trabalho necessárias ao bem estar individual e social, valorizando os direitos do cidadão;

Considerando, ainda a ampla repercussão da resolução nº. 07/94, as discussões ocorridas em várias instâncias e o deliberado no II Congresso Nacional de Psicologia.

Resolve:

Art. 1º É atribuição do psicólogo a emissão de atestado psicológico circunscrito às suas atribuições profissionais e com fundamento no diagnóstico psicológico produzido.

Parágrafo Único – Fica facultado ao psicólogo o uso do Código Internacional de Doenças – CID, ou outros Códigos de diagnóstico, científica e socialmente reconhecidos, como fonte para enquadramento de diagnóstico.

Art. 2º Quando emitir atestado com a finalidade de afastamento para tratamento de saúde, fica o psicólogo obrigado a manter em seus arquivos a documentação técnica que fundamente o atestado por ele concebido e a registrar as situações decorrentes da emissão do mesmo.

Parágrafo Único – Os Conselho Regionais poderão a qualquer tempo suscitar o psicólogo a apresentar a documentação que se refere o caput para comprovação da fundamentação científica do atestado.

Art. 3º No caso de o afastamento para tratamento de saúde ultrapassar a 15 (quinze) dias o paciente deverá ser encaminhado pela empresa à Perícia da Previdência Social, para efeito de concessão de auxílio-doença.

Art. 4º O atestado emitido pelo psicólogo deverá ser fornecido ao paciente, que por sua vez se incumbirá de apresentá-lo a quem de direito para efeito de justificativa de falta, por motivo de tratamento de saúde.

Art. 5º O psicólogo será profissionalmente responsável pelos termos contidos no atestado emitido, devendo cumprir seu mister com zelo e competência sob pena de violação, dentre outros, do art. 2º, alínea “m” do Código de Ética Profissional do Psicólogo.

Art. 6º Os casos omissos serão resolvidos pelos Conselhos Regionais.

Art. 7º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.

SAIBA MAIS:
Resolução nº 015/1996 do Conselho Federal de Psicologia
Parecer do setor Júridico do Conselho Federal de Medicina que AUTENTICA a resolução do CFP

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