EducatuX disponível online

24, August, 2010
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O EducatuX é um moderno método educacional que foi concebido com a finalidade de promover uma integração pedagógica entre computadores e educação utilizando software livre. O projeto visa a construção de materiais didáticos para professores e alunos do ensino fundamental que auxiliem na integração das aulas à tecnologia. A solução tem também como objetivo a construção de oficinas práticas que serão aplicadas nas escolas tendo como público alvo os professores e pedagogos.

Aderbal Botelho, coordenador da comunidade, diz que “a educação pode ser livre, assim como o software. Ela pode ser livre de preconceitos, com responsabilidade pedagógica; livre de influências financeiras, não produzindo conteúdos pensando somente nos lucros e pode ser ao mesmo tempo de qualidade”.

Com essa filosofia que o EducatuX chega ao portal do software público para aglutinar profissionais da educação e trazer um método moderno, livre e responsável com a universalização e qualidade da educação para o século XXI.

Para participar da comunidade Educatux basta acessar diretamente o link abaixo

Comunidade EdutacuX no softwarepublico.gov.br

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Leonardo Marques Educação, Ferramentas Educacionais

Bolsistas de pós graduação acumular bolsa com outra fonte de renda! E agora?

27, July, 2010
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A CAPES, agência que regula as atividades de pós graduação publicou uma portaria que regulamenta o acúmulo de bolsa de pós graduação com atividades remuneradas.

Na prática, esta condição ainda depende da permissão do orientador, mas com certeza possibilitará que muitos docentes de faculdades particulares façam uma pós graduação.

Antes da medida, o profissional que se formava teria de ficar  muitos anos fora do mercado até que completasse o seu grau de doutorado,  por exemplo. Nesta nova condição, muitos professores poderão reduzir suas extensas jornadas de trabalho e contar com o incentivo financeiro fornecido pela agência de fomento.

A questão parece ser delicada, pois a medida facilita as condições para o ingresso em pós graduação,  mas como garantir a excelência das produções destes bolsistas?  Entretanto, esta pergunta  deva se estender a todos os estudantes de pós-gradauação.

Talvez o grande problema seja na aplicação deste dinheiro. Bolsistas de pós graduação, que via de regra tem dedicação exclusiva para a sua pesquisa, costumam contribuir para o funcionamento das linhas de pesquisas de seus orientadores. A pergunta é se apenas estudantes de pós gradaução com dedicação exclusiva podem contribuir com o andamento das linhas de pesquisa.

O perigo de respondermos afirmativamente esta questão se revela em dois outros questionamentos. O primeiro é se apenas estudantes com dedicação exclusiva podem contribuir de fato para a produção nacional de pesquisa, então como os próprios orientadores podem manter o andamento de suas linhas de pesquisa uma vez que eles se dividem dentre um sem número de atividades dentro da universidade como direção de  departamento, docência e outros? Como um orientadador consegue manter sua produção científica?

Caso não assumirmos que a produção de pesquisa pode receber um valiosa contribuição de pessoas que não tenham uma dedicação exclusiva, podemos cair na nossa segunda pergunta: Será que a produção dos pesquisadores está sustentada pelo trabalho de seus orientandos? É fato que alguns orientadores tem um reduzida produção acadêmica devido à falta de braços para a coleta de dados…

Uma outra pergunta se dá quanto a produção acadêmica.  Será que bolsistas não exclusivos prejudicariam a produção de artigos científicos? Isso tem ser discutido à luz de uma outra pergunta: Quantos bolsistas exclusivos publicam seus trabalhos? Um bolsista não exclusivo,  como um docente de faculdade particular não poderia ter acesso a alunos que o ajudem em sua coleta de dados?

A discussão rende e só o tempo dirá se o governo tomou a medida certa…

Abraços

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Tiago de Man Educação, Opinião

Humildade e ética no uso educacional da tecnologia

20, July, 2010
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Tecnologia na educação

Ética e multimídia. Foi este o tema escolhido pelo filósofo Mario Sergio Cortella para a conferência de abertura do 5º Seminário Nacional O Professor e a Leitura do Jornal, que se realiza esta semana na Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).

“Nenhum professor, seja da escola pública ou privada, está preparado para trabalhar com as diferentes mídias atuais. Quando o Brasil foi penta na Copa de 2002, não existia a palavra ‘blog’; hoje é criado um blog por minuto. São plataformas novas, que trazem novas formas de pensar, a fim de não confundir informação com conhecimento. Precisamos ter a humildade pedagógica de quem começa a aprender sobre a questão. A velocidade é alta e estamos apenas no início da estrada,” afirmou o filósofo.

Na opinião de Cortella, docente da PUC-SP, os processos escolares não devem se adaptar às inovações e sim integrá-las ao seu cotidiano. “Adaptar é postura passiva, enquanto integrar pressupõe metas de convergência. As tecnologias mais recentes podem fazer parte do trabalho pedagógico escolar desde que utilizadas como ferramentas a serviço de objetivos educacionais que estejam antes claros para a comunidade e que a ela sirvam. Tecnologia em si não é sinal de mentalidade moderna; o que moderniza é a atitude e a concepção pedagógica e social que se usa.”

Tecnologia não é neutra

O filósofo insiste na visão de que a tecnologia não é uma mera ferramenta. “Ela é instrumento político de ação, na medida que interfere na vida da sociedade. Não há neutralidade no uso de qualquer tecnologia, seja de natureza ideológica, científica ou preconceituosa. Isso significa que é preciso proteger a utilização da tecnologia com princípios éticos – e o mais importante deles talvez seja a preservação de uma convivência coletiva decente, aquela que não diminui a vida alheia”.

Cortella defende o amparo da tecnologia por valores éticos para evitar o que chama de biocídio – o assassinato da vida nas suas múltiplas formas. “A tecnologia, por ser também ferramental (embora não exclusivamente), pode ajudar a proteger a vida no seu conjunto, ou então contribuir para a sua destruição, com o falecimento do futuro, a desertificação da esperança e a anulação de uma história. E o professor, para amparar a tecnologia, deve ter três qualidades: generosidade mental, repartindo o que sabe; coerência ética, praticando o que ensina; e humildade intelectual, perguntando o que ignora. Assim, a tendência será de que o biocídio fique longe do nosso horizonte”.

Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/ (Luiz Sugimoto – 16/07/2010)

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Leonardo Marques Educação, Tecnologia

Vides educacionais CPTEC/INPE

17, July, 2010
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Deixo aqui uma dica rápida de videos e outros materiais educativos sobre mudanças climáticas, ciclo de carbono e afins.

http://videoseducacionais.cptec.inpe.br/

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Leonardo Marques Ferramentas Educacionais

Resposta a Diogo Mainardi, equívocos sobre a Psicologia

10, July, 2010
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Reproduzimos abaixo a carta da Associação Brasileira de Psicoterapia e Medicina Comportamental (ABPMC) em resposta aos equívocos do Colunista da revista VEJA Diogo Mainardi.

Por que Dunga não é um behaviorista

O texto intitulado “O caso do Sr. D”, publicado pelo colunista da revista Veja Diogo Mainardi, em 26 de junho de 2010, traz alguns equívocos sobre a tradição de psicologia chamada genericamente de behaviorismo ou psicologia comportamental. Mainardi faz a seguinte afirmação em seu texto: “Dunga só pode ser nosso B. F. Skinner. Ele faz com seus jogadores precisamente o mesmo que, nos primórdios do behaviorismo, B. F. Skinner fazia com os pombos e com os macacos de seu laboratório. Primeiro, prende-os numa gaiola. Segundo, isola-os de qualquer contato com o exterior. Terceiro, raciona seus alimentos. Quarto, condiciona seu comportamento administrando-lhes choques elétricos”.

Cabe lembrar que Dunga não é um behaviorista e, consequentemente, não é um especialista do comportamento. Ele é apenas alguém que algumas vezes usa desavisadamente a punição, procedimento que psicólogos comportamentais combatem veementemente.

O behaviorismo é uma filosofia que embasa a ciência empírica que estuda o comportamento dos organismos, sendo esta chamada de Análise do Comportamento ou Psicologia Comportamental. Behavioristas não criaram a punição (ou mesmo os choques elétricos) e seu fundador – B. F. Skinner – é o maior inimigo de práticas coercitivas ou punitivas. As instituições sociais criaram as punições, e não os behavioristas. Como cidadãos, observamos consternados métodos “disciplinadores” em nossas relações econômicas, governamentais, educacionais, religiosas, entre outras. Todos nós estamos bem familiarizados com as práticas de nossa cultura, que apresenta consequências punitivas para pessoas que infringem a leis, tais como a não prestação de contas ao fisco, o não cumprimento de deveres cívicos, o desempenho insatisfatório em trabalhos escolares, ou qualquer ação que seja classificada como pecado ou erro.

Os behavioristas, buscando meios de suprimir essas práticas e demonstrar seus efeitos perniciosos, pesquisam a punição com profundidade há mais de 60 anos, com robusta produção científica, denunciando veementemente as práticas coercitivas na sociedade. Mesmo em épocas de ditadura militar, analistas do comportamento não deixaram de se manifestar publicamente contra a prática da punição em nossa cultura. Maria Amélia Matos (em memória) foi uma das pessoas que o fizeram, em um artigo denominado “A ética no uso do controle aversivo”, de 1982.

Temos behavioristas no Brasil reconhecidos internacionalmente, trabalhando e buscando soluções para um vasto leque de problemas humanos, sem o uso de punição. No campo da saúde, desenvolvemos tecnologias de intervenção que melhoram a vida das pessoas que sofrem dos mais diversos distúrbios. Comumente tratamos dos efeitos maléficos provocados pela punição e ensinamos nossos clientes a como efetivamente enfrentá-la. Temos terapeutas comportamentais trabalhando com pessoas deprimidas, fóbicas, ansiosas. Trabalhamos também com crianças com problema de desenvolvimento dos mais diversos. O tratamento de maior eficácia para o autismo é reconhecidamente de orientação behaviorista.

Como cientistas também preocupados com as práticas educacionais, auxiliamos na formação de melhores professores e na educação de crianças para que essas venham a se tornar cidadãos dignos e atuantes em suas comunidades. Pessoas que saibam fazer escolhas e que não venham a causar sofrimentos a outros ou a si mesmo, usando, inadvertidamente, a mesma punição que aprenderam em ambientes sociais coercitivos.

Muitos colegas na Psicologia Comportamental trabalham em empresas, no esporte ou no planejamento de políticas sociais mais humanas. B. F. Skinner, ao seu tempo, foi um humanitário e as causas ilustradas no livro Walden II (obra bem lembrada por Mainardi) são, por assim dizer, genuinamente humanitárias. Vale lembrar que, em nenhum momento desta obra de ficção, o autor propõe uma sociedade totalitária. Pelo contrário, sua proposta de sociedade defende o respeito à individualidade e à liberdade individual. Aliás, o mesmo Skinner defende que, se a sociedade em que vivemos não usasse tanta punição, nem precisaríamos criar um termo como a “liberdade”, já que ele seria um valor comum e não um estado de exceção.

Em setembro próximo teremos o XIX Encontro Nacional da Associação Brasileira de Psicoterapia e Medicina Comportamental (ABPMC – www.abpmc.org.br), o maior fórum científico da área. Reunimos hoje mais de três mil pesquisadores, profissionais e alunos de graduação preocupados com a relevância social das nossas descobertas e com o rigor ético de nossas intervenções. Queremos, sim, construir um mundo mais digno. E os dados da ciência do comportamento vêm sendo profícuos em nos ensinar a como fazer isso. Mas isso depende da capacidade de nossos interlocutores superarem preconceitos históricos e ouvir o que temos a compartilhar à luz do atual desenvolvimento da Análise do Comportamento e do behaviorismo skinneriano. Basta uma rápida pesquisa nos anais de nossos Encontros para notar nossa preocupação com temas que afligem a sociedade e que poderão comprometer a sobrevivência de nossa cultura, entre os quais estão justamente as mais variadas formas de punição.

Sabemos que os termos técnicos da Análise do comportamento por vezes impedem a adequada compreensão de nossa ciência. Mas a ABPMC estará sempre de portas abertas para esclarecer dúvidas, dialogar com colegas cientistas de outras áreas e com qualquer interessado na compreensão de nossa abordagem.

Maria Martha Costa Hübner (Presidente da ABPMC e docente do Departamento de Psicologia Experimental da USP)

Denis Zamignani (Vice- Presidente da ABPMC e Diretor do Núcleo Paradigma de Análise do Comportamento)

Roberto Alves Banaco (membro da Diretoria da ABPMC, Professor Titular da PUC-SP e coordenador acadêmico do Núcleo Paradigma de Análise do Comportamento)

Paulo Roberto Abreu (mestrando do programa de Pós-Graduação em Psicologia Experimental da USP e associado da ABPMC)

Juliana Helena dos Santos Silvério (mestranda do Programa de Estudos Pós-Graduados em Psicologia Experimental: Análise do Comportamento da PUC-SP e associada da ABPMC)

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Leonardo Marques Opinião, Psicolgia

Prof. Ildeu de Castro Moreira – Midiaeducação, ciência e inovação

8, July, 2010
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O Prof. fala sobre Midiaeducação, ciência e inovação. Veja os videos da entrevista.

Leia mais…

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Leonardo Marques Ciência, Educação

MEC publica instrumento de avaliação dos cursos de pedagogia

23, June, 2010
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MEC publica instrumento de avaliação dos cursos de pedagogia

Critérios de avaliação são organizados a partir de três fatores: organização didático-pedagógica do curso, corpo docente e instalações físicas
Foi publicada nesta segunda-feira, 21/6, portaria do Ministério da Educação que institui o instrumento de avaliação dos cursos de pedagogia. O documento apresenta os aspectos que serão considerados pelos avaliadores do Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais (Inep) nos processos de reconhecimento dos cursos.

A definição de um instrumento próprio para os cursos de pedagogia é mais uma ação do MEC no campo da formação de professores. Ele contribui para consolidar as Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Pedagogia e afirma o lugar que a qualificação dos professores da educação infantil e dos anos iniciais do ensino fundamental deve assumir nesses cursos.

O instrumento define os critérios de qualidade que devem ser alcançados pelos cursos para que tenham o reconhecimento do MEC. Os critérios de avaliação são organizados a partir de três fatores: organização didático-pedagógica do curso, corpo docente e instalações físicas.

Em relação à organização didático-pedagógica, serão considerados aspectos como o processo de avaliação da aprendizagem, a integração do aluno à prática educativa e a relação do curso com os sistemas públicos de ensino municipais e estaduais.

No quesito corpo docente, além de considerar a titulação dos professores, o instrumento também apresenta como critério a ser avaliado a composição e atuação do Núcleo Docente Estruturante, grupo de professores da instituição responsável pela implementação das diretrizes curriculares do curso.

Além de pedagogia, a medicina, o direito e os cursos superiores de tecnologia possuem instrumentos específicos de avaliação.

A portaria pode ser consultada em http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=5654&Itemid=
(Assessoria de Comunicação do MEC)

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Leonardo Marques Ciência, Educação

Projeto Doe Palavras

7, June, 2010
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O Hospital Mário Penna, em Belo Horizonte , que cuida de doentes de
câncer, lançou um projeto sensacional que se chama “DOE PALAVRAS”.
Fácil, rápido e todos podem doar um pouquinho.
Você acessa o site http://www.doepalavras.com.br , escreve uma
mensagem de otimismo, curta (como twitter) e sua mensagem aparece no telão
para os pacientes que estão fazendo o tratamento.
Pessoal, é muito linda a reação de esperança dos pacientes.
Participem, não apenas hoje, mas, todos os dias, dêem um pouquinho das
suas palavras e de seus pensamentos.

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Leonardo Marques Geral, Internet, Opinião

Tutorial e-Proinfo

22, May, 2010
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O e-ProInfo é um Ambiente Colaborativo de Aprendizagem que utiliza a Tecnologia Internet e permite a concepção, administração e desenvolvimento de diversos tipos de ações, como cursos a distância, complemento a cursos presenciais, projetos de pesquisa, projetos colaborativos e diversas outras formas de apoio a distância e ao processo ensino-aprendizagem. O e-ProInfo é composto por dois Web Sites: o site do Participante e o site do Administrador.

A apresentação abaixo explica dois aspectos da Biblioteca do e-ProInfo: como inserir documentos e a leitura de comentários, realizados pelo tutor, pelo cursista.

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Leonardo Marques Educação, Ferramentas Educacionais

As melhores universidades

15, May, 2010
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As melhores universidades
[por Redação da versão online da Carta na Escola]

Sem Usp e Unicamp, MEC aponta a Unifesp como a melhor entre as públicas

O MEC (Ministério da Educação) listou as melhores universidades do país de acordo com o seu novo indicador, o Índice Geral de Cursos da Instituição (IGC). A primeira colocada geral foi a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e entre as faculdades particulares a PUC – Rio foi a vencedora.

O IGC foi criado para, em um só indicador, medir a qualidade dos cursos de graduação, mestrado e doutorado de uma universidade. Para a graduação, são utilizados os dados do CPC (Conceito Preliminar de Curso) como o Enade (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes), corpo docente e programa pedagógico. Já os programas de pós-graduação são avaliados Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento do Pessoal de Nível Superior), que acompanha anualmente o desempenho dos programas.

A Unifesp teve nota 439 (em uma escala de zero a 500). Há duas semanas, o reitor Ulysses Fagundes Neto e a cúpula da universidade renunciaram após denúncias de irregularidades nos gastos do reitor em viagens.

Instituições públicas estaduais não são obrigadas a participar da avaliação – USP e Unicamp ficaram de fora, da mesma maneira que não participam do Enade.

De acordo com o resultado, apenas 5,3% das instituições públicas e 0,7% das privadas alcançaram a nota máxima (5). A nota 4 foi atribuída a 30,2% das instituições públicas e 4,2% das privadas e, com a nota 3, ficaram 43,8% das públicas e 46,6% das privadas.

Veja as 10 melhores instituições do ranking abaixo:

Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)

Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA)

Fundação Universidade Federal de Viçosa (UFV)

Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM)

Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR)

Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio)

Universidade Federal de Itajubá – UNIFEI

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Leonardo Marques Geral

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